Chefia de Custóias violou serviços mínimos, acusa sindicato
O Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) acusou esta segunda-feira a chefia da prisão de Custóias, em Matosinhos, de violar constantemente os serviços mínimos à greve dos guardas prisionais, com a validação da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
A “falta de segurança do Estabelecimento Prisional [EP] do Porto, as constantes agressões quer verbais, quer físicas ao Corpo da Guarda Prisional e a preocupação com a nova diretora clínica são as principais reivindicações da greve dos guardas prisionais que começou em 31 de agosto e se prolonga até 30 de setembro , explicou o presidente do sindicato, Frederico Morais.
Segundo o presidente do sindicato, os serviços mínimos à greve dos guardas prisionais naquele EP, conhecido por prisão de Custóias, “estão constantemente a ser violados pela chefia do Estabelecimento Prisional” e a “direção da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) valida essa violação” .
“No passado dia 10 de setembro de 2026, no Estabelecimento Prisional do Porto deu entrada uma viatura afeta ao Estabelecimento Prisional de Braga conduzida pelo motorista D. e que efetuou a diligência marcada para este EP conduzindo o recluso O. (…) Ainda no dia 10 de setembro de 2026, no EP do Porto, deu entrada uma viatura afeta ao Estabelecimento Prisional de Paços de Ferreira conduzida pelo motorista G.
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