A fotografia do iPhone 18 Pro está quase perfeita mas não chegou ao topo
O lançamento de uma nova geração do smartphone da Apple traz invariavelmente uma enorme curiosidade sobre o salto qualitativo da fotografia móvel. Desta vez, a conceituada plataforma francesa DxOMark já colocou o novo iPhone 18 Pro sob a sua bateria exaustiva de testes laboratoriais e práticos. O resultado global revela uma evolução sólida nos pontos críticos do processamento de imagem, mas fica ligeiramente aquém da liderança absoluta da tabela.
Com uma marca final de 172 pontos, o mais recente equipamento de Cupertino assegura a segunda posição da tabela mundial e da categoria ultra-premium. À sua frente permanece apenas o Huawei Pura 80 Ultra, que com os seus 175 pontos mantém uma vantagem curta mas decisiva. Ainda assim, a prestação da proposta da Apple coloca-a no patamar dos dispositivos mais consistentes do mercado para utilizadores avançados.
O grande destaque técnico do conjunto traseiro de 48 megapíxeis recai sobre o novo sistema de abertura variável física da lente principal, capaz de alternar de forma mecânica entre f/1.48 e f/4.0. Esta característica permite um controlo manual refinado da profundidade de campo. Nos retratos de grupo, a câmara fecha ligeiramente para manter todas as pessoas focadas com precisão, evitando as habituais margens desfocadas da concorrência.
No campo da baixa luminosidade, o iPhone 18 Pro registou mesmo a melhor pontuação de sempre no DxOMark, fixando um novo recorde na indústria. Os algoritmos da marca conseguem reter texturas muito finas, mantendo o ruído perfeitamente controlado em cenários de quase escuridão. A amplitude dinâmica alargada e o contraste orgânico evitam a sobre-exposição de pontos de luz intensa, garantindo resultados realistas.
A gravação de vídeo continua a ser um dos pilares mais fortes da Apple, merecendo notas de topo graças à estabilização eficaz em movimento. Mesmo com o utilizador a correr, o sistema entrega sequências suaves e sem saltos visíveis, tirando pleno proveito dos 60 fotogramas por segundo. A textura da imagem preserva pormenores cruciais e a exposição adapta-se em tempo real sem hesitações técnicas.
Por outro lado, o calcanhar de Aquiles do conjunto surge na teleobjetiva quando comparada com os rivais diretos do ecossistema Android. Com 143 pontos obtidos no teste de telefoto, o modelo fica a uma distância considerável dos 173 pontos alcançados pelo Oppo Find X9 Ultra nas ampliações de longo alcance.
A perda progressiva de definição em grandes ampliações pesou negativamente no somatório final atribuído pela equipa técnica. Além da perda de detalhe em ampliações elevadas, foram registadas ocasionais alterações no balanço de brancos e desvios ligeiros de cor. Em determinados ângulos contra a luz solar, o aparecimento de reflexos internos nas lentes acabou também por limitar a pontuação.
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