Piers Morgan exige que livro sobre Diana saia de circulação
Piers Morgan exigiu esta terça-feira que o livro escrito por Charles Spencer sobre a sua irmã, Diana, seja retirado de circulação. Em causa está a acusação presente nesta obra de que o jornalista e apresentador britânico terá sido responsável por divulgar fotografias da Princesa de Gales no ginásio no jornal Daily Mirror , mas Morgan ainda não trabalhava nesse tabloide aquando da publicação das imagens. Autor e editora já assumiram o erro e garantiram que será retificado em edições futuras.
Lançado internacionalmente esta terça-feira, O Canto do Cisne – Diana, a minha irmã é o mais recente livro de Charles Spencer, irmão mais novo de Diana, detalhando a relação entre os dois até à sua morte precoce em 1997. Algumas das revelações contidas nesta obra e reveladas em antecipação ao seu lançamento provocaram várias polémicas, mas a mais recente ameaça chegar aos tribunais.
Da casa com jardim em Cape Town a primeira-dama dos EUA. Os “sonhos ingénuos” de Diana e o ressentimento de Spencer com os Windsor
De acordo com a BBC , em causa está o facto de Piers Morgan ser identificado no livro como o editor do Daily Mirror quando este jornal publicou “fotografias extremamente intrusivas da princesa Diana no ginásio” em 1993.
Uma publicação partilhada por Piers Morgan Uncensored (@piersmorganuncensored)
Morgan, no entanto, recorreu ao seu programa do YouTube “Piers Morgan Uncensored” para desmentir essa alegação, demonstrando como, à época, ainda trabalhava no tabloide rival The Sun, aceitando esse cargo no Mirror Group apenas em 1995. Por essa razão, o jornalista garantiu que iria “intentar uma ação judicial” contra Charles Spencer e a editora Penguin “para que as mentiras sejam retiradas e seja paga uma indemnização ao King’s Trust”.
Um representante do autor já veio declarar em comunicado que, “enquanto historiador, a precisão é importante para o Conde Spencer” e que, por isso, o autor “deseja esclarecer que a sua suposição estava errada” e “pede desculpa ao Sr. Morgan por este erro”.
Morgan, entretanto, fez saber em resposta à BBC que aceita o pedido de desculpas mas não que o livro continue a ser comercializado sem que o erro tenha sido retificado. “Queremos que as páginas em questão sejam removidas deste livro. E se isso significar que a primeira edição tenha de ser destruída, que assim seja”, declarou.
“Ele é um historiador, deveria querer que o livro fosse retirado das prateleiras. Ora, se está a fazer isto por uma questão de registo histórico, por que razão queria que uma série de afirmações tão completamente falsas, ao longo de várias páginas, sobre uma figura pública continuasse a constar nesse livro? Agora que admitiu que é falso e pediu desculpa, ele devia retirar o livro “, afirmou ainda.
A emissora pública, no entanto, adianta também que a Penguin vai corrigir este aspeto nas edições futuras do livro, mas não recebeu qualquer indicação de que esta primeira edição seria retirada de circulação.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.