sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Macau. Crescimento apesar da crise mostra resiliência do turismo› Faltam programas inclusivos para crianças com necessidades educativas especiais após idade escolar› Xi promete intensificar combate à corrupção antes de reunião decisiva do PC Chinês› Em que situações posso ser despedido sem aviso?› Insegurança alimentar grave afeta 1,84 milhões de moçambicanos apesar de melhorias› IA vai transformar política monetária e aumentar produtividade, defende presidente do Fed› Carlos Moedas anuncia suspensão de trotinetes partilhadas em Lisboa› FMI considera disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se oitava economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME› Macau. Crescimento apesar da crise mostra resiliência do turismo› Faltam programas inclusivos para crianças com necessidades educativas especiais após idade escolar› Xi promete intensificar combate à corrupção antes de reunião decisiva do PC Chinês› Em que situações posso ser despedido sem aviso?› Insegurança alimentar grave afeta 1,84 milhões de moçambicanos apesar de melhorias› IA vai transformar política monetária e aumentar produtividade, defende presidente do Fed› Carlos Moedas anuncia suspensão de trotinetes partilhadas em Lisboa› FMI considera disciplina orçamental e reformas decisivas para Brasil tornar-se oitava economia mundial› Angola vai enviar 20 jovens para formação em mecatrónica na China› Moçambique adjudica obras em 485 km de estradas de duas províncias por 292,8 ME
Últimas

O perigo de andarmos blindados na estrada

Diário de Notícias ·

Há dias em que a estrada parece um campo de batalha, mas nós, parece que nós estamos sentados no sofá da nossa sala.

Poderia estar a falar do conforto que os carros nos proporcionam, hoje em dia, mas não.

É a realidade que se sente quando nos pomos ao volante de um Range Rover, por exemplo, num dia de tempestade: lá fora o mundo desaba e a chuva castiga o para-brisas mas, lá dentro, protegidos por vidros grossos e suspensões que abafam tudo, reina uma calma artificial que nos faz sentir absolutamente invencíveis.

O problema é que esta bolha de conforto não se limita aos carros de luxo.

Os automóveis tornaram-se tão seguros, tão protegidos por ajudas electrónicas e cheios de sensores que nos adormeceram por completo.

Retiraram-nos a noção real do perigo.

Antigamente, conduzir um carro potente (ou não) à chuva exigia respeito sério pelo acelerador, sensibilidade no volante e atenção a cada detalhe da estrada.

Hoje, a tecnologia resolve as nossas falhas e as nossas distrações antes mesmo de darmos por isso.

Transformámo-nos em condutores piores e desligados, porque passámos o nosso instinto de sobrevivência para um computador de bordo.

Além disso, esta blindagem tecnológica mudou por completo a nossa relação física com a máquina.

Antigamente, o carro 'falava' connosco através da vibração da caixa de velocidades, do som do motor ou da resistência do pedal; hoje é um casulo tão isolado e silencioso que perdemos o contacto com a realidade da estrada.

O carro faz tanto por nós que o condutor deixou de pilotar para se tornar um mero espectador do próprio trajeto.

A grande ironia disto tudo é que esta falsa sensação de segurança é o maior perigo nas estradas de hoje.

Criámos a tal armadura: quanto mais protegidos estamos contra o erro, mais relaxados andamos, a contar que a máquina nos safe de tudo.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›