Criopreservação é cara, pode fazer sentido, mas tem um uso muito residual. Pode ser "uma esperança vã numa coisa que não vai ser nada"
Quatro décadas depois de surgir, a criopreservação de células estaminais do cordão umbilical continua a ser vendida como um “seguro de vida” para os filhos, mas é um investimento que pode chegar aos cinco mil euros.
Os números, no entanto, contam outra história: apesar de salvar vidas, o uso por parte da pessoa a quem foram recolhidas as células é muito residual.
Entre a esperança de curas futuras e o alerta de vários médicos contra o “marketing emocional” dos bancos privados, a CNN Portugal foi perceber até onde chega - e onde ainda para - a ciência que sustenta esta promessa
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