O lixo dos pescadores americanos está a chegar aos Açores. Há plásticos com mais de 30 anos
Nas praias do Faial e do Pico, o mar tem deixado um visitante improvável: aparelho de pesca de lagosta vindo da outra margem do Atlântico.
Uma equipa da Universidade dos Açores recolheu 1.577 peças deste género e, em muitas, conseguiu descobrir de onde vieram.
O segredo está nas etiquetas.
Cada armadilha de lagosta posta ao largo dos Estados Unidos e do Canadá leva uma pequena chapa de plástico com o número de licença, o ano e a zona de pesca.
É uma espécie de morada que aguenta a travessia.
Uma rede de arrasto tanto pode ter vindo da Gronelândia como
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