domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 01h Doze pessoas morreram num ataque ao aeroporto de Riade› Ucrânia sob fogo: ataques russos fazem dezenas de vítimas, incluindo crianças› Milhares acampam em Madrid contra a crise na habitação› Carros blindados e segurança máxima: foi assim a visita de Obama a Lisboa› Isaltino Morais rouba o protagonismo a Plutónio e torna-se estrela de videoclip› Elon Musk: de herói a vilão? Este documentário de quatro horas retrata a mudança de imagem do homem mais rico do mundo› Portugueses voltam a sonhar com férias lá fora e já escolhem os próximos destinos› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› 01h Doze pessoas morreram num ataque ao aeroporto de Riade› Ucrânia sob fogo: ataques russos fazem dezenas de vítimas, incluindo crianças› Milhares acampam em Madrid contra a crise na habitação› Carros blindados e segurança máxima: foi assim a visita de Obama a Lisboa› Isaltino Morais rouba o protagonismo a Plutónio e torna-se estrela de videoclip› Elon Musk: de herói a vilão? Este documentário de quatro horas retrata a mudança de imagem do homem mais rico do mundo› Portugueses voltam a sonhar com férias lá fora e já escolhem os próximos destinos› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico
Últimas

Pentágono admite escassez de munições devido à guerra com o Irão após Administração Trump ter negado falta de armamento

CNN Portugal ·
Pentágono admite escassez de munições devido à guerra com o Irão após Administração Trump ter negado falta de armamento

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos reconheceu, num relatório publicado na segunda‑feira, uma “escassez” de munições ligada à guerra contra o Irão, uma constatação que o Governo norte-americano tinha até agora recusado confirmar.

O relatório do Inspetor‑Geral do Pentágono estima que, entre 28 de fevereiro e 30 de junho, a operação “Fúria Épica” contra o Irão custou cerca de 33,4 mil milhões de dólares (31,2 mil milhões de euros), dos quais 22,3 mil milhões de dólares (20,8 mil milhões de euros) gastos apenas em munições disparadas.

“As despesas em munições durante a operação Fúria Épica provocaram uma escassez nos inventários estratégicos e revelaram estrangulamentos nas indústrias para o reabastecimento de munições”, refere-se no documento, que sublinha, contudo, medidas tomadas pelo Departamento para acelerar a produção.

Em junho, quando a imprensa noticiou que os Estados Unidos estavam a racionar o uso de mísseis, nomeadamente os de tipo intercetores, a Administração norte-americana negou esta informação, com o Presidente Donald Trump a afirmar que o país dispunha de “quantidades enormes de munições”.

No início de setembro, Trump escreveu ainda que os EUA tinham “quantidades praticamente ilimitadas de munições”.

Segundo meios de comunicação, a falta de munições levou o Presidente a não renovar os ataques em larga escala contra Teerão durante o verão.

Apesar do recurso massivo a intercetores, “os ataques iranianos danificaram e destruíram centenas de edifícios e instalações em bases norte‑americanas no Kuwait, Bahrein, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Omã e Jordânia”, assinala-se no relatório.

O documento, que cobre os meses de abril a junho de 2026, lista os danos na frota aérea: quatro F‑15 destruídos, um F‑35 danificado, sete aviões reabastecedores KC‑135 danificados ou destruídos e “até 30” drones de ataque MQ‑9 Reaper destruídos, entre outros.

O relatório estima em “mais de 50 mil” o número de militares norte‑americanos envolvidos na guerra no Golfo, desencadeada a 28 de fevereiro por ataques israelo‑americanos contra o Irão.

As represálias do Irão e dos seus aliados danificaram edifícios diplomáticos em quatro países — Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos — acrescentou o Pentágono.

Nos últimos dias, registou-se uma troca de ataques contra petroleiros entre o Irão e os Estados Unidos, no âmbito da disputa pelo controlo da via marítima, fundamental para o comércio mundial de petróleo, gás e outras matérias-primas.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›