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Líder de movimento estudantil indiano libertado

Observador ·
Líder de movimento estudantil indiano libertado

O movimento estudantil indiano de protesto “Partido das Baratas” afirmou que o seu porta-voz e dirigente, Deepak Baliyan, foi libertado após ter sido mantido sob custódia pela Polícia do estado do Rajastão (noroeste).

Ranka sublinhou que “há limites que não devem ser ultrapassados” e considerou positivo que a polícia regional “tenha acabado por se aperceber disso”.

Até ao momento, Deepak Baliyan não comentou os acontecimentos. No entanto, na rede social X foi publicada uma mensagem assinada pela sua equipa, na qual se afirma que “ o telemóvel de Deepak Baliyan foi destruído pela Polícia de Kathumar”, cidade do estado do Rajastão.

[Pela primeira vez em doze anos, Annie regressa finalmente a Lisboa. A revolução está nas ruas e Fernando Silva Pais está preso em Caxias. A filha vai fazer tudo para o tentar libertar, mas também vai aproveitar para festejar — e não só. Já pode ouvir “Uma ‘deusa’ no 25 de Abril”, o quarto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador , na Apple Podcasts , no Spotify e no YouTube .]

“Foi também relatado que lhe foi prometido um encontro com a mãe , alegando o delicado estado de saúde desta, e que durante esse período foram recolhidas as suas assinaturas”, acrescenta a publicação.

Na quinta-feira, o movimento denunciou a detenção de Baliyan na sua própria residência, alegando que o porta-voz teria sido “ arrastado, agredido e detido pela Polícia do Rajastão, sendo depois transferido para um local desconhecido”.

“Esta é a face absolutamente ditatorial deste Governo”, declarou o movimento, divulgando igualmente um vídeo que aparenta mostrar a detenção de Baliyan pelas forças de segurança indianas.

A notícia surgiu num contexto de protestos realizados nos últimos dias contra o presidente da Comissão Eleitoral da Índia, Gyanesh Kumar, acusado de tentar manipular os cadernos eleitorais para favorecer o partido do primeiro-ministro, Narendra Modi.

As manifestações, que exigem a demissão de Kuma r, foram impulsionadas pelo “ Partido das Baratas “, liderado por assembleias de estudantes , que ganhou uma enorme influência social ao longo do ano, ao ponto de ter forçado, durante o verão, a demissão do ministro da Educação, Dharmendra Pradhan, na sequência de um escândalo relacionado com fugas de informação em exames.

Ainda assim, o coorganizador do movimento dirigiu uma mensagem aos agentes policiais de todos os estados indianos numa publicação divulgada pouco depois.

Reconhecendo que “aquilo que lhes está a ser ordenado neste momento resulta de instruções superiores”, questionou-os sobre “como podem levantar a mão contra os seus próprios filhos” e “como podem arrastá-los durante a noite, comportando-se como valentões”.

“Mesmo durante o [período colonial] britânico, houve polícias que dispararam contra os seus próprios compatriotas, alegando que estavam apenas a cumprir o seu dever.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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