"Ficam a voz e o carisma". As reações à morte de Jorge Palma
A noite de segunda-feira trouxe a notícia da morte inesperada de Jorge Palma, e com ela as primeiras reações de choque e tristeza. Nos primeiros minutos, as reações surgiram sobretudo do poder político, com mensagens que recordam as canções e “o carisma” do artista.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reagiu muito rapidamente à notícia nas redes sociais, lembrando a arte de Palma, que fica “na memória de várias gerações”. “Jorge Palma parte, mas a sua música fica”.
Fica nas palavras, nas melodias e na memória de várias gerações. Fica, sobretudo, na cultura portuguesa, que ajudou a transformar com a sua voz única e músicas intemporais.
Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, também se apressou a reagir, lembrando a letra da canção “Encosta-te a mim”: “O que ele já não vai viver, vamos nós agora inventar com ele”.
“O que eu não vivi, hei-de inventar contigo”. Morreu Jorge Palma. Ficam a voz, os poemas e o carisma. Um dia triste – muito triste – para a música portuguesa e, claro, para todos os que o amavam. O que ele já não vai viver, vamos nós agora inventar com ele.
Já o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, recordou nas redes sociais “um dos maiores músicos e compositores” portugueses e a obra “extraordinária” que ficará na memória coletiva do país. “Homem livre, de uma criatividade singular e de uma autenticidade rara, fez da música também uma forma de celebrar a liberdade”, escreveu.
Jorge Palma deixa-nos uma obra extraordinária, feita de palavras, melodias e canções que atravessaram gerações e que ficarão para sempre na memória coletiva dos portugueses.
Na SIC Notícias, o músico Jorge Fernando lembrou a obra de Jorge Palma, afirmando que o legado do músico é “imortal”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.