14 portugueses semifinalistas de prémio literário Oceanos
A organização do prémio refere que há 26 semifinalistas na prosa e 28 na poesia, com autores de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal.
De Portugal, na prosa, encontram-se “A Chuva que Lança a Areia do Saara”, de Ana Margarida de Carvalho, “Have Ya Got Any Castles, Baby” , de Ana Teresa Pereira, “Matilde”, de H. G. Cancela, “Mundo, pára quieto”, de Ricardo Araújo Pereira, “Não é ainda o pânico”, de Rui Nunes, “O Mel sem Abelhas”, de Judite Canha Fernandes, e “Quem Tem Medo dos Santos da Casa”, de Sara Brandão Duarte.
Na mesma categoria, são semifinalistas “Recordações e Andorinhas”, de J. Rentes de Carvalho, “Se não me quiseres amar agora no Inverno, quando?”, de António Cabrita, e “Todas as Famílias Felizes”, de Miguel d’Alte.
Os autores portugueses figuram a par de obras de brasileiros como Milton Hatoum, Bruna Dantas Lobato e Aline Bei, ou de moçambicanos como João Paulo Borges Coelho, Énia Lipanga e Lucílio Manjate ou do angolano José Eduardo Agualusa.
Do lado da poesia, são semifinalistas os portugueses “As Mãos”, de Rui Teixeira Motta, “Coisa de nada”, de Duarte Drumond Braga, “Corpos da Memória”, de Helder Macedo, e “Terreno”, de Duarte Scott.
A lista de poesia inclui ainda obras de Adriana Lisboa, Danilo Villa, Nina Rizzi ou Ivana Fontes, do Brasil, a par dos moçambicanos Zacarias Nguenha, Ben Jone, Britos Baptista, Pedro Pereira Lopes e Whaskety Fernando.
A fase seguinte do prémio passa pela avaliação das obras por um júri intermédio que, na prosa, é composto por Álvaro Taruma, de Moçambique, João Fernando André, de Angola, Carola Saavedra e Felipe Munhoz, do Brasil, e Sara Figueiredo Costa e José Mário Silva, de Portugal.
Na poesia, o júri é constituído por Leopoldina Fekayamãle, de Angola, Francisco Guita Jr., de Moçambique, Fernando Paixão e Natasha Félix, do Brasil, e Maria Antónia Oliveira e Maria João Cantinho, de Portugal.
O júri vai selecionar cinco finalistas em cada categoria, que depois serão avaliados por jurados internacionais, como explica a organização do prémio.
O Oceanos é dedicado “a obras literárias escritas em língua portuguesa e publicadas em qualquer lugar do mundo”.
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