Câmara da Maia considera problema das baratas controlado
A Câmara da Maia disse esta sexta-feira à Lusa que a situação relacionada com a presença de baratas em Águas Santas “encontra-se controlada à presente data”, na sequência de cinco intervenções de desbaratização.
“A situação relativa à presença de baratas encontra-se controlada à presente data. Na sequência das intervenções realizadas, não foram registadas novas reclamações relativas à presença de baratas naquele local”, pode ler-se em resposta a questões da agência Lusa.
Em causa estão repetidas queixas de moradores na zona da Corga, em Águas Santas, relativamente à presença de baratas nas ruas, “tendo sido realizadas várias intervenções de desinfestação em algumas caixas de saneamento”, sendo que nessa zona, segundo a autarquia, “verificam-se algumas ligações ilegais, pelo que está a ser feito o levantamento da sua origem”.
“Desde julho foram realizadas cinco intervenções de desbaratização, nos dias 16 e 20 de julho e 1, 5 e 11 de agosto”, aponta a autarquia presidida por António Silva Tiago (eleito pela coligação PSD/CDS-PP), que “continuará, naturalmente, a acompanhar a situação e a atuar sempre que seja identificada alguma ocorrência que justifique uma nova intervenção”.
Em face de queixas também realizadas na freguesia do Castêlo da Maia, nomeadamente na zona de Barca/Gondim, o município refere que “tem acompanhado as ocorrências reportadas e, no caso de Gondim, foi efetuada intervenção, por empresa especializada, com aplicação preventiva de inseticida nas sarjetas de águas pluviais e tampas de saneamento”.
“De acordo com os relatórios técnicos produzidos na sequência dessas intervenções, não foram detetados indícios de presença ou atividade biológica de baratas nos locais intervencionados, tendo a situação sido classificada como ‘nula’ em termos de atividade da praga”, refere fonte oficial da autarquia, que garante que o município “acompanha todas as situações que lhe são comunicadas através dos canais oficiais e procede à sua análise e encaminhamento pelos serviços competentes”.
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