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Claramente. Aliás, a União Europeia pode investir, pode financiar infraestruturas, pode cooperar com o Canadá em vários tipos de projetos, nomeadamente na cibersegurança e na investigação, mas depois quem é que garante efetivamente a dissuasão do Ártico e, nomeadamente, quem assegura o controle estratégico da Groenlândia? São os Estados Unidos.
Liliana Reis. Sim, pode concluir. Liliana Reis, muito obrigado por ter estado em direto conosco. Liliana Reis, especialista em relações internacionais, a analisar este acordo alcançado entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia para o controle norte-americano da segurança da ilha. E por cá, a CGTP diz que o primeiro-ministro chegou tarde com as ajudas para o aumento do custo de vida e o bónus nas pensões. Já a CIP, Luís, a Confederação Empresarial de Portugal, defende que o orçamento do Estado para o próximo ano deva apostar no investimento privado e definir uma nova estratégia política para o país. Proposta de orçamento que vai ser apresentada até o próximo dia 10 de outubro. O tema esteve em debate no Explicador desta manhã. O presidente da CIP, Armindo Monteiro, considera que nos últimos anos os orçamentos ignoram o fator investimento e defende, por isso, que o próximo orçamento deve expressar essa prioridade por parte do Estado.
Nos últimos anos, e volto a dizer, para a última década, fala-se só de despesas, não se fala em investimento. Portanto, o orçamento passou a ser um equilíbrio entre receitas e despesas e aqui gostávamos que precisamente o orçamento, para além desse documento que põe em equilíbrio uma coisa e outra, sobretudo exprimisse uma estratégia de um parceiro importante, que é naturalmente o parceiro Estado, no que concerne às suas prioridades.
Armindo Monteiro, no Explicador desta manhã, a pedir uma aposta no investimento. Já Tiago Oliveira, o secretário-geral da CGTP, defende que a linha política que tem sido seguida pelo atual governo condiciona as condições de vida dos trabalhadores e critica a política assente em baixos salários. Quanto às medidas anunciadas esta semana por Luís Montenegro, Tiago Oliveira diz que os trabalhadores e reformados precisam desses apoios ao longo de todo o ano, sublinhando que a valorização das reformas é crucial para a melhoria das condições de vida.
Relativamente às medidas de apoio ao suplemento das reformas e pensões, aquilo que é o posicionamento da CGTP está muito claro. Estamos precisando desses suplementos durante o ano inteiro, e os reformados e os pensionistas é igual
Chegamos ao fim do ano, vão ter um suplemento de € 100, € 150, € 200, mas e depois o resto do ano, como é que vai ser? Portanto, aqui a questão da valorização das reformas é essencial para responder àquilo que são as necessidades de cada um de nós.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, a dar conta de que é preciso que haja apoios durante todo o ano para os trabalhadores. Ele que esteve, juntamente com Armindo Monteiro da CIP, no Explicador desta manhã. 12h07, já a seguir, nova edição dos Cinco Continentes.
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