PCP antecipa "bastante mais" do que 170 mil alunos sem todos os professores
A posição foi assumida por Jorge Pires, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, numa conferência de imprensa realizada na sede do partido, em Lisboa, sobre o início do novo ano letivo.
O dirigente comunista considerou que o ano letivo 2026/2027 está a ficar marcado pela "persistência e agravamento de velhos problemas, a que se adicionam mais de 170 mil alunos sem professores", antecipando um agravamento da situação.
"Na sexta-feira, 170 mil alunos não tinham uma parte dos professores, mas aquilo que sabemos, com as saídas para a aposentação e com os horários que estão a ser pedidos para a bolsa de recrutamento, a situação vai-se agravar e, na próxima sexta-feira, quando se fizer um novo balanço, serão, certamente, bastante mais do que os 170 mil", acrescentou.
Para Jorge Pires, este início de ano letivo está a ser "um dos mais instáveis das últimas décadas, apesar do esforço feito pelas escolas e pelos docentes" que "tudo fizeram para mitigar os problemas que o Ministério desvalorizou".
"Governo e ministro da Educação não podem fugir às suas responsabilidades políticas pelo que se passa hoje no setor da educação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Política.