sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h OE27 com menos dinheiro para a saúde. Administradores Hospitalares preocupados› 3h Polícia francesa detém centenas de pessoas depois de nova vaga de protestos› Tracking Poll: Chega cada vez mais próximo do PS. AD segura o terceiro lugar e desce nas intenções de voto› "Quem tiver aumentos até 4,5% pagará menos IRS em 2027". O que muda com o novo Orçamento do Estado?› Poupança com atualização dos escalões do IRS não vai além dos cinco euros por mês na maioria dos casos› PS pergunta a Ventura "porque é que foge à PJ" no caso do assalto ao gabinete do Chega› Oposição une-se contra o orçamento e garante que documento "não corresponde às necessidades das pessoas"› Um incêndio destruiu em minutos 20 anos de trabalho de uma família em Miranda do Douro› Museu gastou 70 mil euros a limpar fachadas. Poucos dias depois, voltou a ser vandalizado› Maricarmen queria morrer na sua casa. Foi despejada aos 87 anos e morreu duas semanas depois no hospital› 2h OE27 com menos dinheiro para a saúde. Administradores Hospitalares preocupados› 3h Polícia francesa detém centenas de pessoas depois de nova vaga de protestos› Tracking Poll: Chega cada vez mais próximo do PS. AD segura o terceiro lugar e desce nas intenções de voto› "Quem tiver aumentos até 4,5% pagará menos IRS em 2027". O que muda com o novo Orçamento do Estado?› Poupança com atualização dos escalões do IRS não vai além dos cinco euros por mês na maioria dos casos› PS pergunta a Ventura "porque é que foge à PJ" no caso do assalto ao gabinete do Chega› Oposição une-se contra o orçamento e garante que documento "não corresponde às necessidades das pessoas"› Um incêndio destruiu em minutos 20 anos de trabalho de uma família em Miranda do Douro› Museu gastou 70 mil euros a limpar fachadas. Poucos dias depois, voltou a ser vandalizado› Maricarmen queria morrer na sua casa. Foi despejada aos 87 anos e morreu duas semanas depois no hospital
Últimas

Habitação: Lisboa é a segunda cidade do mundo onde as rendas de luxo mais sobem

Diário de Notícias ·
Habitação: Lisboa é a segunda cidade do mundo onde as rendas de luxo mais sobem

Lisboa continua a destacar-se no mercado imobiliário, com as rendas de imóveis residenciais prime a subirem 7,6% no primeiro semestre de 2026, a segunda maior valorização entre as 30 cidades analisadas pelo Savills World Cities Prime Residential Index .

Os preços de venda também acompanharam a tendência, registando um aumento de 3,3%, impulsionados pela escassez de oferta na cidade.

A capital portuguesa, atrás apenas da Cidade do Cabo, demonstra uma robusta procura por imóveis prime , de acordo com o estudo, resultando numa valorização significativa das rendas.

"A procura de compradores internacionais mantém-se elevada, mas a oferta é limitada, o que tem sido um fator crucial para o aumento das rendas e condiciona o crescimento dos preços de venda", explica o relatório.

Em junho de 2026, o custo médio de um imóvel prime em Lisboa era de 14.600 euros por metro quadrado, enquanto a renda média situava-se em cerca de 30 euros por metro quadrado por mês.

Comparativamente, Lisboa já superou Madrid, onde o metro quadrado prime custa 11.700 euros, mas ainda está distante de Paris (19 mil euros) e Genebra (26.300 euros), a cidade mais cara do grupo europeu analisado.

O padrão de valorização não se limita a Lisboa, uma vez que outras cidades do sul da Europa também registaram aumentos nos preços de venda prime , com Madrid a crescer 2,4%, Barcelona 1,5%, Atenas 1,2% e Roma 0,2%.

Estas cidades enfrentam uma procura superior à oferta, sustentando assim os valores em um contexto de maior cautela entre os compradores globais.

Para a segunda metade de 2026, o relatório da Savills projeta um crescimento entre 2% e 3,9% para Lisboa, alinhando-se com cidades como Madrid, Barcelona, Singapura, Seul e Kuala Lumpur.

A combinação entre oferta limitada e procura internacional deverá ser o principal motor de valorização até ao final do ano, posicionando Lisboa entre os mercados residenciais prime com melhor desempenho na Europa.

Rita Bueri, Head of Residential Lisboa da Savills Portugal, afirma que a capital portuguesa "é a cidade certa por três razões: valor ainda abaixo de algumas cidades europeias, qualidade de vida superior, e estabilidade que atrai compradores permanentes".

A mesma responsável da consultora destaca que a subida de 7,6% nas rendas reflete a escassez de produto prime disponível, com muitos compradores a optarem pelo arrendamento enquanto aguardam a compra.

Kelcie Sellers, Associate Director da Savills World Research, acrescenta que "as cidades com oferta limitada, forte criação de riqueza e procura internacional sustentada tendem a ter melhor desempenho".

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›