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Finanças Pessoais. Pequenos negócios e rendimentos extra

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Finanças Pessoais. Pequenos negócios e rendimentos extra

O empreendedorismo familiar é um conceito enraizado no ADN dos portugueses, que começa com pequenos negócios, envolve a família, que cria um plano de negócios e responde a um legado que começou com o avô ou mesmo com o bisavô.

Esta é a estória de grupos empresariais que crescem em Portugal, e que são grandes no país, embora medianos no contexto europeu.

Neste capítulo de Finanças Pessoais vamos falar dos desafios e das boas práticas e como de pequeno se pode chegar a grande, mas também falaremos de como uma atividade que começa como um hobby chega ao nível do negócio.

Falamos, antes de mais, de valores partilhados no empreendedorismo familiar, onde há uma cultura de trabalho que passa de geração em geração e, na generalidade dos casos, há alinhamento estratégico também.

Os desafios sentem-se ao nível da evolução da cultura e do legado que vai crescendo com novos produtos, novos consumidores e nova tecnologia.

Embora de estruturas menos burocratizadas, isso não significa que não devam existir protocolos em negócios de família.

Pelo contrário, um protocolo familiar estabelece regras rigorosas, partilha de papéis de cada ramo da família, projetos futuros, e autoridade na sucessão.

Efetivamente o grande desafio é equilibrar a tradição com a gestão.

As regras de governança são o grande desafio, que obriga a escolher dentro da família os que têm melhores aptidões, aqueles que estudaram e se especializaram e aqueles que desenvolveram a personalidade de consenso.

Aquilo que destrói um negócio de família é a disputa societária, sobretudo perante uma situação de herança e, por isso, cabe ao líder, geralmente ao mais velho, preparar a sucessão com antecedência, algo que terá de ser do conhecimento de todos e aceite por todos.

Disputas em tribunais são o grande passo para o fim.

Algumas das recomendações relevantes para as empresas familiares passam, desde logo, pela criação de uma sociedade onde cada um participe de acordo com aquilo que é o seu peso na família, sendo que essa sociedade tem de se adaptar ao setor onde trabalha, indústria, comércio ou agricultura.

Depois definir o estatuto de cada membro, o que faz e a sua responsabilidade.

Nas decisões estruturantes, as regras podem ser diferente e obrigar a votações com maiorias qualificadas, de forma a envolver todos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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