sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico
Últimas

Polícia são-tomense fez 26 detenções em barricadas no primeiro dia de campanha

RTP Notícias ·
Polícia são-tomense fez 26 detenções em barricadas no primeiro dia de campanha

A Polícia Nacional são-tomense fez 26 detenções nas barricadas registadas no sábado, primeiro dia da campanha eleitoral, mas garantiu hoje que atualmente o país está calmo, advertindo que não terá tolerância com a desordem pública.

Segundo o subcomissário e porta-voz da Polícia Nacional, Ulisses da Cruz, após tomar conhecimento das barricadas a polícia tentou negociar. Após longas horas de diálogo não conseguiu chegar ao acordo com os promotores, por isso "teve que intervir de forma musculada para fazer cessar a desordem que se desencadeava no momento", sobretudo em Cantagalo.

Além de Cantagalo, onde a polícia fez vários disparos e aconteceu a maioria das detenções, os protestos registaram-se também nos distritos de Lembá, Lobata e Água Grande, bloqueando o trânsito e circulação de pessoas.

Das 26 detenções 21 são homens e cinco mulheres, incluindo uma grávida que, segundo a polícia, precisou de ser encaminhada ao hospital para receber assistência médica.

"Neste momento a polícia está monitorizando todos os distritos e a Região Autónoma do Príncipe. O país está calmo, sem barricadas e a polícia aproveita para apelar à população para não entrar neste tipo de comportamento porque isso corresponde à diversas práticas criminais", disse Ulisses Cruz.

As barricadas, algumas com pneus e madeiras a arder, visavam protestar contra a rejeição da candidatura da Coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista e Partido de Unidade Nacional (MCI-PS/PUN) em cinco círculos eleitorais, nomeadamente, Mé-Zóchi, Lobata, Cantagalo, Lembá e da Diáspora, "por o número total de candidatos efetivos e suplentes deixar de perfazer o número exigido na lei eleitoral".

O TC justificou a declaração de inelegibilidade de cerca de 60 candidatos do MCI-PS/PUN, por não terem sido os autores da assinatura das listas, limitando a participação da força política nas legislativas apenas nos círculos eleitorais de Água Grande, Caué e da Região Autónoma do Príncipe.

O partido entregou hoje dois pedidos ao TC, nomeadamente uma petição a pedir que também sejam analisadas as candidaturas de outras forças políticas para verificar a autenticidade das assinaturas, assim como uma reclamação para que seja anulada a decisão de rejeição, por considerar que o processo de análise das candidaturas terminou após a publicação oficial das listas.

Em conferência de imprensa, no sábado, o presidente da coligação MCI-PS/PUN, Domingos Monteiro, acusou o Tribunal Constitucional de querer provocar instabilidade e caos no país.

"Quem está a provocar e instabilidade neste país é este Tribunal Constitucional encomendado. Este Tribunal é que está a provocar a tentativa de caos aqui neste país por que os nossos militantes estão altamente revoltados, o povo está revoltado, já começou a haver sinais, estão a mandar militares (...), mas isto não vai parar e a responsabilidade é deste Tribunal Constitucional e dos seus mandantes", acusou.

O líder partidário instou o TC a mostrar as denúncias ou impugnação das listas e criticou a instituição por querer substituir-se aos órgãos de investigação criminal.

"Não sabemos se o Tribunal Constitucional é perito na matéria das assinaturas.

Ler a notícia completa no RTP Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias.

Mais de RTP Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›