Mulher de 63 anos detida por atear incêndio urbano em Vila Real
U ma mulher de 63 anos foi identificada e detida pela Polícia Judiciária, na quarta-feira, por estar "fortemente indiciada da autoria de um crime de incêndio urbano", ocorrido em Folhadela, Vila Real.
Em comunicado enviado às redações, a autoridade refere que o Departamento de Investigação Criminal de Vila Real levou a cabo uma investigação, que permitiu "apurar que o incêndio foi provocado mediante a utilização de chama direta, fósforos, sobre vegetação, roupas velhas, papéis e plásticos, que a própria detida tinha amontoado no dia anterior, na via pública e próximo sua residência".
"Não fosse pronta intervenção de populares, que controlaram e conseguiram apagar as chamas, o incêndio colocaria em perigo várias habitações, situadas nas proximidades", pode ler-se na nota.
A mulher, agora detida, é residente naquela localidade e já estava referenciada, tendo sido condenada por este tipo de ilícito criminal anteriormente. Ficou em prisão preventiva após ser presente a primeiro interrogatório judicial.
O inquérito corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Vila Real.
Recorde-se que o IPMA colocou, esta semana, mais de 50 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro em perigo muito elevado de incêndio.
O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
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