As notícias das 7h
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São 7 horas. As notícias com Miguel Gato. Começamos com a rentrée do CDS-PP, onde o líder do partido e Ministro da Defesa relacionou ontem à noite os atrasos nas colocações nas escolas com as políticas de imigração dos governos PS. Nuno Melo argumenta que a maioria das matrículas fora de prazo diz respeito a alunos que chegaram a Portugal na sequência daquilo a que chama uma política de portas escancaradas no governo de António Costa, e Nuno Melo aponta José Luís Carneiro como principal responsável. O líder do CDS-PP, Nuno Melo, neste discurso de encerramento da rentrée do CDS em Albergaria-a-Velha, onde virou-se também para o Chega, acusa o partido de André Ventura de estar mais interessado em semear o caos. Já André Ventura diz que Luís Montenegro é o pai da incompetência dos combustíveis do Estado. O presidente do Chega reagia ontem às declarações proferidas em Braga pelo primeiro-ministro Luís Montenegro, que afirmou que não vai ser o pai da austeridade e, portanto, não vai anunciar mais nenhum apoio aos portugueses por causa do aumento do custo de vida. André Ventura atira com o caso relacionado com o ministro da Administração Interna e acusa o chefe de governo de incompetência.
Luís Montenegro, para já, está a ser lembrado como o pai da incompetência. Isso é um pouco pior do que ser o pai da austeridade. Os dois são maus, mas o pai da incompetência e do encobrimento também não é bom. O que se passa com Luís Neves é uma tentativa de encobrimento claro. E o que se passa com os combustíveis e com o preço dos combustíveis e dos bens alimentares é uma incompetência também pura. Para alguém que dizia, há três anos e meio atrás: "Tem que se baixar já o preço do IVA dos combustíveis". Portanto, o líder da oposição daquele momento respeitará e compreenderá que o líder da oposição de hoje peça que o IVA dos combustíveis desça.
Declarações de André Ventura ontem na rentrée política do Chega Madeira. O Ministério Público arquivou as suspeitas de corrupção contra Manuel Pinho e o ex-líder da Roland Berger em Portugal. Estavam em causa suspeitas de dois crimes de corrupção passiva e de um crime de tráfico de influência, que eram imputados ao ex-ministro da Economia de José Sócrates. Os procuradores suspeitavam que Pinho tinha sido contratado pela consultora alemã após a saída do executivo, como forma de o compensar pelo fato do Turismo de Portugal ter pago cerca de € 1 milhão pelo Plano Estratégico Nacional do Turismo entre 2006 e 2008. A contratação de Sebastião Pinho e também de Mafalda Laranjo, respetivamente, filho e enteada de Manuel Pinho, para a consultora alemã, também foi escrutinada como alegada contrapartida para o ex-ministro. O Ministério Público não conseguiu reunir prova cabal de que tivesse sido o então ministro da Economia a indicar a empresa ao Turismo de Portugal para este Plano Estratégico Nacional do Turismo. Este é um artigo assinado pelo redator principal do Observador, Luís Rosa, e pelo jornalista João Paulo Dim, que faz a esta hora manchete no site do Observador.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.