Revista de imprensa. Escolas sem vagas, IRS e crise na Justiça brasileira dominam as manchetes
O arranque do ano letivo e as dificuldades para encontrar lugar nas escolas marcam as primeiras páginas dos jornais generalistas desta terça-feira, 15 de setembro.
O Público faz manchete com “Escolas de Lisboa aumentam turmas para encaixar alunos sem vagas” .
Uma reunião de emergência entre diretores escolares e a nova agência prolongou-se durante sete horas, enquanto a Fenprof denuncia mais de 700 casos em Sintra e responsabiliza a reorganização do Ministério da Educação.
O Jornal de Notícias segue a mesma área.
“Há cada vez mais câmaras a oferecer refeições aos alunos” , titula o diário, que refere que, além dos cerca de 370 mil beneficiários com carências económicas, o apoio já foi alargado a mais 20 mil estudantes sem direito a ação social escolar.
Na primeira página, o JN chama ainda a atenção para a crise provocada no Brasil pelo caso de fraude financeira que está a gerar tensão na Justiça e a contaminar a campanha eleitoral.
A primeira volta das eleições, recorde-se, ocorre no dia 4 de outubro, em pleno furacão nos bastidores com as revelações do envolvimento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outros agentes da política com o Caso Master .
Já o Correio da Manhã faz manchete com o IRS: “Governo devolve 16 euros por mês” .
O valor corresponde ao alívio fiscal médio anunciado pelo Executivo de Luís Montenegro, enquanto a associação de consumidores alerta para uma nova redução dos reembolsos em 2027.
O jornal destaca ainda os problemas no início do ano letivo, com alunos sem saberem para onde vão devido à falta de vagas, e a abertura de um inquérito ao diretor nacional da Polícia Judiciária.
No Diário de Notícias , o principal destaque vai para um estudo internacional sobre a qualidade da democracia.
“A democracia está em declínio no mundo e Portugal não é exceção” , titula o DN .
Alex Hudson, investigador envolvido no relatório Estado Global da Democracia 2026 , explica ao jornal que os recuos portugueses são particularmente acentuados ao nível das liberdades civis e aponta uma maior participação política como uma das possíveis respostas.
Na capa, o DN destaca ainda uma entrevista a Constantino Sakellarides, que, ao fim de 47 anos, considera “ justo dizer que o SNS está em cuidados paliativos”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.