PM sueco demite-se para não atrapalhar negociações
Kristersson, que é dos Moderados (centro-direita), enviou uma carta ao presidente do Parlamento, divulgada no X , onde lhe deixou uma mensagem: “Solicito, por este meio, a exoneração do cargo de primeiro-ministro”, escreveu.
O ainda primeiro-ministro reconheceu que o resultado renhido nas eleições — o bloco da esquerda tem agora 176 deputados e o da direita 173 — “pode ter complicado as condições para que seja formado um novo Governo”. Por essa razão, Kristersson diz que não vai atrapalhar o processo e portanto afasta-se de imediato do cargo. “Será necessário realizar contactos com todas as forças políticas para ultrapassar estes impasses e criar condições para um Governo estável e eficaz”, disse.
O responsável “para liderar os próximos passos”, aponta o líder dos Moderados, será “o presidente do Parlamento”.
Os Sociais-Democratas da antiga primeira-ministra Magdalena Andersson foram o partido mais votado nas eleições de domingo, mas com uma diferença de votos para os Moderados de apenas 50.359 votos.
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