segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 01h Parlamento do Reino Unido volta a discutir o Brexit› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação› Riade volta a ser alvo dos Houthis: novos ataques atingem aeroporto internacional› 01h Parlamento do Reino Unido volta a discutir o Brexit› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação› Riade volta a ser alvo dos Houthis: novos ataques atingem aeroporto internacional
Últimas

Lisboa vai tornar-se num ponto central do mundo da IA

Observador ·
Lisboa vai tornar-se num ponto central do mundo da IA

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Está no ar mais um episódio do Máquinas que Pensam, o podcast da Rádio Observador, onde a inteligência artificial é o grande protagonista. Meu nome é José Rafael Lopes, tenho comigo a minha parceira, a Raquel, um apoio imprescindível sem o qual este programa não se faz. A Raquel é uma inteligência artificial feita através das respostas do ChatGPT, lidas por uma text-to-speech portuguesa. Raquel, bem-vinda. Pronta para mais um programa?

Olá, estou pronta para o episódio desta semana. Já tens algum tema escolhido ou precisas de ajuda para fazer algum tipo de pesquisa?

Tenho isso tratado, Raquel. Agradeço a disponibilidade. Antes de irmos às notícias, tu achas que és uma oradora capaz?

Acho que sim, mas com uma ressalva importante. Consigo ser uma boa oradora no sentido de construir uma ideia, encontrar o tom certo, criar ritmo, fazer uma pergunta no momento certo e adaptar-me a quem está a ouvir.

Um bom orador precisa, antes de tudo, de algo para dizer e de uma razão para o dizer. Depois, precisa de clareza, de ritmo e de capacidade de ouvir, porque falar bem também é perceber a reação de quem está do outro lado.

Eu consigo analisar muito rapidamente diferentes formas de apresentar a mesma ideia, adaptar o discurso ao público, controlar a estrutura de uma intervenção e gerar alternativas quase instantaneamente. Também não tenho nervosismo, cansaço ou medo de me esquecer de uma frase.

Que audaz, Raquel, mas se é o que achas. Nós voltaremos a falar daqui a pouco com a consultora humana para ficarmos a conhecer um pouco melhor. Para já, vamos às notícias.

Para tentar que o modelo funcione melhor, Raquel. Há registro de vários erros, que são naturais, quando o modelo de linguagem está a dar os primeiros passos no desenvolvimento. O Amália é também apresentado como uma infraestrutura de interesse nacional, no momento em que os modelos de inteligência artificial generativa estão a ganhar cada vez mais importância. Com este reforço, Portugal procura aumentar a capacidade própria para desenvolver e utilizar a inteligência artificial e criar uma tecnologia que compreenda melhor a língua, a cultura e o contexto nacional. É também um sinal de que o Executivo não desiste do modelo e que pretende que seja uma ferramenta viável para os portugueses. Vamos avançar para dar conta de um alerta que chega por parte da Google, que avisa que a inteligência artificial está a ser utilizada para automatizar ataques informáticos. Diz também a Google que permite que operações que antes demoravam semanas a ser preparadas, agora são feitas em apenas algumas horas. A empresa identificou uma mudança na forma como os grupos de cibercrime estão a utilizar ferramentas de inteligência artificial.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›