domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Autoridade Marítima Nacional procura pescador desaparecido em Peniche› Dragagens de 131 milhões de euros aumentam capacidade do Porto de Maputo› Felipe VI visita Ceuta. É a 1.ª visita em 20 anos de um Rei de Espanha› Mondlane denuncia assassinato de dirigente do Anamola na Zambézia› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis› Autoridade Marítima Nacional procura pescador desaparecido em Peniche› Dragagens de 131 milhões de euros aumentam capacidade do Porto de Maputo› Felipe VI visita Ceuta. É a 1.ª visita em 20 anos de um Rei de Espanha› Mondlane denuncia assassinato de dirigente do Anamola na Zambézia› Fátima como nunca a viu: fotografias inéditas revelam quase 120 anos de história› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis
Últimas

Inteligência artificial: o fim do mundo visto da China

Observador ·
Inteligência artificial: o fim do mundo visto da China

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Esta é a história do dia da Rádio Observador: Inteligência Artificial, o fim do mundo, visto da China.

"We're leading China in AI. We're the most sophisticated country in the world, and frankly, I wanna keep it that way, because whoever wins AI, wins."

"Quem ganhar a guerra da inteligência artificial, ganha tudo." A frase de Donald Trump, dita em plena crise de alertas dos gigantes da inteligência artificial, pode tranquilizar alguns e deixar outros numa crise de ansiedade. O presidente dos Estados Unidos relativizou o potencial catastrófico de uma IA desenvolvida sem limites. Ele preferiu concentrar-se na competição Estados Unidos-China, que nesta matéria estão num braço de ferro pelo domínio da tecnologia. Por isso, hoje vamos falar disto, da forma como a China olha para este problema, o que tem sido feito em Pequim para lidar com o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial, e como é que os chineses propõem resolver este paradoxo. Como é que se usam os travões, se o objetivo é ganhar a corrida? Eu vou conversar sobre isto tudo com Jorge Tavares da Silva, professor da Universidade da Beira Interior e analista de assuntos chineses. Eu sou o Pedro Benevides e esta é a história do dia de terça-feira, 15 de setembro. Olá, senhor professor, bem-vindo.

Nós é que agradecemos que esteja disponível para conversar conosco, para falarmos um pouquinho deste gigante inevitável e misterioso que é a China. E sobretudo agora que se fala destes alertas da inteligência artificial, nós acabamos por estar aqui numa espécie de paradoxo, que é as grandes empresas americanas a dizerem que é preciso que haja qualquer ação política para travar o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial. E depois temos o presidente dos Estados Unidos a fazer declarações públicas a dizer: "Não, nós temos que avançar, porque isto é uma competição com a China e nós temos que estar na frente, porque quem estiver na frente nisto ganha tudo". Como é que interpreta estas palavras do presidente dos Estados Unidos, sobretudo a fazer este duelo com a China em matéria de inteligência artificial?

Em primeiro lugar, dizer que, de facto, há uma competição entre estes dois gigantes pela supremacia do ponto de vista tecnológico. Isso é inevitável, é um caminho que a China tem vindo a desenvolver, sabendo nós que tradicionalmente eram os Estados Unidos que estiveram muito na dianteira, no domínio tecnológico, o Silicon Valley, todo aquele ecossistema tecnológico que foi criado ao longo dos anos e, de facto, é esse ecossistema, é essa liderança que, em muitos sentidos, a China hoje vem tentar suplantar. Os Estados Unidos, pela presidência, numa vertente um pouco mais aberta, se quisermos, ou dando liberdade às empresas tecnológicas de desenvolver de forma mais livre essa tecnologia.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›