Pessoas autistas vivem menos 14 anos — e muitas causas são evitáveis
As pessoas com perturbação do espectro do autismo (TEA) podem enfrentar muitos desafios ao longo das suas vidas, e esses podem ter diversos desafios na sua longevidade.
A investigação sobre autismo tem-se centrado na biologia, na genética, nos fatores de risco ambientais e no diagnóstico, dedicando menos atenção aos resultados de saúde a longo prazo, que são cruciais para compreender a história do transtorno e para desenvolver programas de intervenção.
Num novo estudo, publicado esta quinta-feira na JAMA Network Open, os investigadores analisaram dados do Medicaid, programa dos EUA que auxilia pessoas com baixos rendimentos.
Durante o período de estudo
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