Avaliação bancária disparou 15,2% em julho para 2.240€ por metro quadrado
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta quarta-feira que a avaliação bancária disparou 15,2% em julho para 2.240 euros por metro quadrado.
"O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 2 240 euros por metro quadrado em julho, mais 12 euros que o observado no mês precedente", pode ler-se no relatório do INE.
Em termos homólogos, refira-se, "a taxa de variação fixou-se em 15,2% (16,6% no mês anterior)".
O INE sublinha "que o número de avaliações bancárias considerado foi cerca de 34,1 mil, o que representa uma subida de 1,4% face ao mês anterior e de 0,6% face ao período homólogo".
Em julho, o valor mediano de avaliação bancária, realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação, fixou-se em 2 240 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo aumentado 12 euros (0,5%) relativamente a junho.
De referir que o "Alentejo foi a região onde se verificou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (1,3%), tendo-se registado a descida mais acentuada na Região Autónoma dos Açores (-1,9%)".
"Em comparação com julho de 2025, o valor mediano das avaliações cresceu 15,2%, registando-se a variação mais acentuada na Península de etúbal (20,4%), não se tendo observado qualquer redução", pode ler-se.
No caso dos apartamentos, em julho, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos foi 2 627 euros/m2, superior em 16,5% ao valor registado no mesmo mês de 2025.
"Os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3 469 euros/m2) e no Algarve (3 010 euros/m2), tendo o Centro e o Alentejo apresentado os valores mais baixos (1 739 euros/m2 e 1.778 euros/m2, respetivamente)", pode ler-se.
Ora, o Alentejo apresentou o crescimento homólogo mais expressivo (25,3%), não se tendo verificado qualquer descida.
Comparativamente com o mês anterior, o valor de avaliação subiu 0,5% em julho, com o Alentejo a registar o maior aumento (3,9%), não ocorrendo qualquer descida. O valor mediano dos apartamentos T1 subiu 41 euros, para 3. 343 euros/m2, tendo os T2 e T3 aumentado 17 e 2 euros, para 2 711 euros/m2 e 2 255 euros/m2, respetivamente.
No seu conjunto, estas tipologias representaram 92,9% das avaliações de apartamentos realizadas no período em análise.
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