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Aumento do salário mínimo pode voltar a ser discutido

Observador ·
Aumento do salário mínimo pode voltar a ser discutido

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Esta é a Boa Moeda, Má Moeda das manhãs 360. Há quem tenha um bom desconto nos combustíveis.

Claro, não dá muito jeito. E estamos aqui a falar, depois a gente fala na Madeira.

Pois, levar o carro ou então levar um charrete. Entrar num avião no avião de volta.

Mas é verdade, nós sabemos que os Açores e a Madeira têm regimes fiscais até mais vantajosos, os chamados custos da insularidade, e têm uma autonomia também para decidir estas coisas. E o Governo da Madeira tem usado essa autonomia para intervir semanalmente no preço dos combustíveis, através do ISP, não através do IVA. E para quê? Para garantir que são sempre praticados na Madeira preços inferiores ao território continental. Isto foi dito pelo próprio Miguel Albuquerque, porque também há protestos na Madeira, porque também sobe lá. Sobe a um patamar inferior ao continente, mas sobe. E ele ontem apresentou estes dados para acalmar, se quisermos, os seus eleitores, os cidadãos madeirenses. E esta intervenção tem garantido, de facto, desde janeiro, um diferencial ali à volta dos 12 cêntimos por litro. Já é qualquer coisa. Em relação aos preços praticados, no caso da gasolina, 12 cêntimos e 30 cêntimos no gasóleo. E Miguel Albuquerque diz que, segundo os dados que ele indica, que os preços andam ali à volta dos €2 por litro. Aqui já andam um bocadinho acima. Isto para mostrar que há governos, e neste caso governos regionais, que optam por caminhos diferentes do Governo da República, independentemente do que se pense das medidas que são tomadas sobre isso.

Vai estar em cima da mesa da Concertação Social, que ontem deu o pontapé de saída, no fundo, para os acordos salariais do próximo ano. Os sindicatos dizem que é preciso rever o acordo de 2024. A UGT avançou ao fim do dia até uma meta nova, €1.000. A CGTP já o tinha feito, €1.100. Estamos a falar aqui do salário mínimo a praticar a partir de janeiro. E no fundo, o que as centrais sindicais querem é rever o acordo que está em vigor desde 2024, que já estipulava um caminho, ano a ano, para o salário mínimo até ao fim da legislatura. Previa, esse acordo, ou previa ainda, porque está em vigor, que o salário mínimo subisse de €920 para €970 em 2027, e depois chegasse no último ano da legislatura, em 2028, aos €1.020. No fundo, querem um ritmo mais rápido para esta subida. A CIP, do lado da indústria, também fala em voltar a discutir isso, portanto não fecha a porta, mas quer colocar em cima da mesa também a produtividade. Porquê? Porque o acordo de 2024 é mais vasto do que apenas o salário mínimo. Fixa cenários quer para a inflação, quer para o avanço da produtividade. A produtividade tem andado abaixo, portanto, o crescimento da produtividade tem andado abaixo daquilo que estava previsto, mas em contrapartida, a inflação está acima daquilo que o acordo de 2024 previa, um cenário de uma inflação média de 2%. Estamos neste momento com 3,3%. Portanto, isto é mais um indicador que pode levar a uma subida maior do salário mínimo para compensar o efeito da inflação.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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