terça-feira, 25 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

Antigo ministro da Saúde acumula pensão com salário

Observador ·
Antigo ministro da Saúde acumula pensão com salário

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Conferência de imprensa da Rádio Observador. Nos próximos minutos passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. Eu sou o Carlos Pedro, a edição de hoje é do jornalista Hugo Fortunato de Oliveira. Muito bom dia, Hugo.

Vamos começar por olhar para o Correio da Manhã. Diz que o antigo ministro da Saúde, António Correia de Campos, acumula uma pensão de mais de €5500 com salário de €3000.

Enquanto provedor do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais, ao todo são mais de €8500 por mês. A Caixa Geral de Aposentações considera que o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais integra o setor da administração pública e que, por isso, o exercício de funções remuneradas poderá ser incompatível com a pensão. Correia de Campos contesta esta interpretação e garante que não tem dúvidas de que está tudo legal. Invoca ainda um acordo de 2024 do Tribunal Central Administrativo Sul, que considerou o Serviço de Utilização Comum dos Hospitais uma entidade privada não abrangida pelas regras da incompatibilidade. Se a posição da Caixa Geral de Aposentações prevalecer, Correia de Campos poderá ter de devolver cerca de €120 mil relativos à pensão que recebe desde maio de 2023.

E no Público, destaque para uma entrevista ao antigo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. Diz que o padrão Spinavista está na raiz dos problemas do Executivo.

Cabrita considera que esse padrão está a contaminar a forma como o governo lida com questões de transparência e responsabilidade política, e acusa o primeiro-ministro Luís Montenegro de ter degradado profundamente as exigências éticas da governação. Sobre o ministro da Administração Interna, Luís Neves, reconhece que este andou mal e andou tarde nos esclarecimentos, mas aponta como ainda mais grave a falta de transparência nos investimentos em defesa, nomeadamente no processo das fragatas. Cabrita critica ainda a equidistância, que classifica de estranha, do governo entre o Partido Socialista e o Chega, e defende a existência de um acordo político que permita dar mais estabilidade ao Executivo.

Vamos seguir com o Diário de Notícias, que dá conta das dificuldades das empresas em encontrar profissionais na área da inteligência artificial. Escreve o DN que as empresas querem contratar especialistas que não existem.

IA, machine learning, dados, cibersegurança e cloud estão entre as áreas onde a escassez de talentos é mais evidente. Perante um mercado que não consegue responder à procura, a solução passa cada vez mais por contratar pelo potencial e apostar depois na formação interna. Mas esta escassez tem também impacto direto nos salários. Em Portugal, profissionais de inteligência artificial com experiência relevante podem receber entre €30 mil e €80 mil anuais, dependendo do nível de experiência e especialização. Os perfis mais procurados são também os que conseguem negociar as melhores condições. Isto num mercado onde encontrar talento se tornou numa verdadeira competição.

Espreitamos agora os títulos em destaque na imprensa internacional.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›