A economia do adeus: o negócio da indústria funerária faz-se no cuidado e na opção
Há quem queira ser uma árvore, quem peça música e vinho na despedida ou para ser levado de moto.
Há quem pague para transformar em joias os que se vão e quem deseje que alguém escreva uma coisa bonita e fiel para ler no funeral.
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