As notícias das 14h
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Boas tardes na Rádio Observador. Jornal das duas com Luís Soares e Luís, o PS quer a audição parlamentar urgente do Ministro da Educação. Os socialistas querem explicações sobre os alunos sem vagas nas escolas.
Miguel Cabrita, dirigente do PS, sublinha que é preciso saber ao certo quantos alunos estiveram nesta circunstância. E fala mesmo numa situação grave e, por isso, quer explicações urgentes da parte do Ministro da Educação.
Chegamos ao princípio do ano letivo com uma situação inédita em décadas, que é a de pelo menos, tanto quanto se sabe, mais de 1000 alunos na área metropolitana de Lisboa em particular, mas também com focos noutros pontos do país, sem colocação na escola. Do nosso ponto de vista, isto é grave, tem que ser explicado. Temos que saber quantos alunos exatamente estavam nesta circunstância e temos de perceber o que é que aconteceu para que não tivesse existido a devida preparação do ano letivo.
O deputado e dirigente do PS, Miguel Cabrita, em declarações à Agência Lusa, espera que o requerimento dos socialistas seja aprovado e Fernando Alexandre seja ouvido no Parlamento. Ontem, o líder do CDS e Ministro da Defesa, Nuno Melo, relacionou os atrasos na colocação dos alunos nas escolas com as políticas de imigração dos governos de António Costa.
E o presidente da Junta de Freguesia de Arroios acusa a Câmara Municipal de Lisboa de falhar constantemente na recolha do lixo.
Em entrevista ao Observador, Vítor Carvalho diz que a autarquia não cumpre com as obrigações relativamente à higiene urbana na cidade. Diz que acorda todos os dias e vê contentores de lixo que era suposto terem sido recolhidos durante a noite e não o são. Vítor Carvalho considera que este é um dos principais problemas na freguesia, mas que nada pode fazer por esta ser uma competência da Câmara. O presidente da Junta de Arroios acusa ainda o executivo de Carlos Moedas de não dar justificações sobre o porquê de falhar nesta matéria.
Vítor Carvalho, que foi o quarto candidato na lista que juntou PS, Livre, Bloco de Esquerda e PAN à Junta de Freguesia de Arroios, tomou posse esta semana após a renúncia do independente João Jaime, por razões pessoais.
E a troca no cargo já foi fortemente criticada pela antiga presidente de Junta, Madalena Natividade. Acusou, num artigo de opinião no Observador, a candidatura de João Jaime de ter sido uma máscara para que Vítor Carvalho chegasse à presidência da Junta, sem ser cabeça de lista. Em entrevista ao Observador, Vítor Carvalho rejeita as acusações, diz ter toda a legitimidade para assumir a presidência da Junta de Arroios.
E o fogo em Arganil, no distrito de Coimbra, já está dominado. Os meios mantêm-se no terreno nas operações de consolidação e rescaldo.
São cerca de 450 operacionais ainda apoiados por 140 viaturas, também dois meios aéreos que continuam no terreno, apesar deste incêndio estar dominado desde madrugada. A primeira estimativa aponta para uma área ardida de 600 hectares. O incêndio foi dado como dominado de madrugada, mas ainda existe o risco de reacendimentos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.