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PS vai arrancar com novos Estados Gerais para “preparar alternativa de Governo”

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PS vai arrancar com novos Estados Gerais para “preparar alternativa de Governo”

Os novos Estados Gerais do PS, intitulados “Contamos todos”, arrancam em 14 de novembro, em Lisboa, sendo o objetivo da plataforma de participação e auscultação de independentes “preparar uma alternativa de Governo” sem “medo de ouvir as pessoas”.

Na liderança do PS desde junho de 2025, José Luís Carneiro avança agora com os novos Estados Gerais, sendo a sessão inaugural, na Estufa Fria, em Lisboa, o pontapé de saída de um processo de participação que continuará nos próximos meses e por todo o território do país.

“ Este arranque dos Estados Gerais é a concretização de um objetivo de criar uma grande plataforma de participação política dos cidadãos independentes, de auscultação dos cidadãos independentes, mas sobretudo também de transformação desses contributos em medidas concretas que possam ajudar o PS a construir o seu programa político, que depois, naturalmente, queremos pôr em prática”, adiantou à Lusa o secretário nacional para a organização do partido, Luís Soares.

O dirigente referiu que os Estados Gerais quando surgiram, em 1995, pela mão do antigo primeiro-ministro António Guterres eram para “preparar uma nova maioria”, enquanto estes novos que agora são lançados por José Luís Carneiro “têm como objetivo preparar uma alternativa de Governo”.

“ É uma iniciativa que, não tenho dúvida, contribuirá para afirmar o PS como uma nova alternativa política.

E acredito mesmo que, deste trabalho de participação, haverá muitos cidadãos que, não só neste percurso, mas depois, vão ter um papel determinante, como tiveram também pessoas que participaram nos Estados Gerais de 1995” , antecipou.

A mensagem que o PS quer deixar à sociedade, de acordo com Luís Soares, é que o partido “não tem medo de ouvir as pessoas”.

“Pelo contrário, nós achamos mesmo que este processo de auscultação é determinante para que as nossas opções sejam as corretas.

Sempre que os partidos e a política se abre à participação dos cidadãos, ela sai reforçada”, observou.

Mais do que uma marca para o PS, o dirigente socialista gostava que a iniciativa “fosse uma marca para o país” e que o processo contrariasse a prática política de que “os cidadãos só contam no momento do voto”.

“Nós queremos que este espaço de participação pudesse continuar para além do ciclo eleitoral.

Enquanto plataforma de participação, nós olhamos para estes cidadãos independentes como agentes que podem, mesmo no ciclo de governação, continuar a participar”, apontou.

A iniciativa, com o nome “Contamos todos”, tem origem no modelo criado para recandidatura de José Luís Carneiro a secretário-geral do PS, durante a qual ouviu, durante a campanha interna, cerca de 800 cidadãos independentes por todo o país, para além dos militantes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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