"SNS não está, nem vai estar, em cuidados paliativos", frisa ministra
"Q uero hoje reafirmar aos portugueses que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) não está, nem vai estar, em cuidados paliativos", afirmou Ana Paula Martins, no início da audição regimental no parlamento sobre a política geral do ministério, mas também sobre outros assuntos da atualidade na área da saúde.
"Só por desconhecimento do que fazemos todos os dias, ou quem não precise de aceder aos cuidados de saúde, ou que não conheça os desafios que enfrentamos, pode fazer tal afirmação", salientou a ministra na sua intervenção inicial.
Aos deputados, a governante reconheceu que o SNS "é uma obra sempre em construção e sempre inacabada", alegando que desistir de encontrar soluções "não é opção".
"Reconheço que se nada fizéssemos, se não mexêssemos nos interesses de uns e nos poderes instalados de outros, não teríamos um combate tão difícil, quanto complexo", referiu Ana Paula Martins.
Reafirmou ainda que as reformas só acontecem "quando os portugueses as sentem na sua vida", manifestando a "plena convicção que os resultados práticos" da governação "não são todos mensuráveis no curto nem no médio prazo".
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