sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Nobel da Paz diz que sanções dos EUA ao TPI são "inaceitáveis"› Furacão Isaías: 2 mortes e 900.000 pessoas sem energia nos EUA› Christa Pike tem alta hospitalar após sobreviver a duas injeções letais› 16h APRE pondera providência cautelar para impedir devolução das pensões› Houthis atacaram aeroporto de Riade com um míssil› 10 de outubro. Dia Europeu e Mundial contra a Pena de Morte› "Foi uma graçola." Varandas responde ao primeiro-ministro com referência à corrupção› Pedro Proença: "Este é o momento da tranquilidade. Há uma grande vontade de termos o nosso capitão connosco"› Bruxelas oferece apoio ao Panamá após sismo de magnitude 7,6› Carlos César aponta concordância da Comissão Nacional do PS com abstenção no OE› Nobel da Paz diz que sanções dos EUA ao TPI são "inaceitáveis"› Furacão Isaías: 2 mortes e 900.000 pessoas sem energia nos EUA› Christa Pike tem alta hospitalar após sobreviver a duas injeções letais› 16h APRE pondera providência cautelar para impedir devolução das pensões› Houthis atacaram aeroporto de Riade com um míssil› 10 de outubro. Dia Europeu e Mundial contra a Pena de Morte› "Foi uma graçola." Varandas responde ao primeiro-ministro com referência à corrupção› Pedro Proença: "Este é o momento da tranquilidade. Há uma grande vontade de termos o nosso capitão connosco"› Bruxelas oferece apoio ao Panamá após sismo de magnitude 7,6› Carlos César aponta concordância da Comissão Nacional do PS com abstenção no OE
Últimas

As notícias das 9h

Observador ·
As notícias das 9h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

São 9 horas. Jornal das Nove com Rui Casanova. A PSP alerta que está a aumentar o fenômeno de imigrantes ilegais que entram em Lisboa e no Porto, transportes públicos, vindos de outras cidades europeias, mas rejeita a ideia de que existe uma caça ao imigrante no nosso país.

O diretor nacional adjunto da PSP, responsável pela Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteira, explica que estes imigrantes entram em Portugal de autocarro ou comboio, ressalva que muitas vezes o objetivo nem é ficarem no nosso país, mas sim transitar entre o espaço Schengen e que para isso recorrem às áreas metropolitanas das maiores cidades, que acabam por ser alvo de maior pressão na sequência deste fenômeno. Na entrevista à Agência Lusa, João Ribeiro, responsável pela UNEF, garante que as autoridades nacionais estão atentas a este fenômeno que, alerta, está a aumentar.

Nós temos muitos cidadãos que chegam por via aérea, conseguimos interceptar muitas situações. Temos aqui alguns fatores de risco e que temos identificados, especialmente nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, naquilo que são fluxos rodoviários e ferroviários de cidadãos a chegar a território nacional, porque estão em situação irregular noutros países e que procuram movimentar-se dentro do espaço Schengen.

A PSP rejeita também a ideia de caça ou perseguição aos imigrantes em situação irregular em Portugal, uma reação às críticas feitas por parte de associações de defesa destes cidadãos, que acusam a Unidade de Estrangeiros e Fronteiras de perseguir de forma indiscriminada imigrantes e de se inspirar na atuação das autoridades dos Estados Unidos.

A nossa abordagem não é propriamente aquilo que foi reportado ser uma caça, uma batida de caça, não é essa a perspectiva. A abordagem que nós fazemos, genericamente, conseguimos ter uma visão relativamente ao território nacional, onde é que são os fatores de risco, e é essa abordagem que tentamos ter e seguir em cada um dos passos.

João Ribeiro, o diretor nacional adjunto da PSP, responsável pela UNEF, a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, o superintendente-chefe que espera no próximo ano ter maior capacidade para instalar os imigrantes em processo de expulsão. A pressão sobre os aeroportos nacionais também foi tema nesta entrevista à Agência Lusa. Adianta que a recolha de dados biométricos, que há uma semana é feita a todos os passageiros fora do espaço Schengen, está a decorrer sem constrangimentos, à exceção do aeroporto de Faro, onde tem existido alguma pressão.

Na política, Rui Tavares, do LIVRE, admite processar o Chega por ter insinuado que o partido pode ser o responsável pelo assalto ao gabinete de André Ventura no Parlamento.

Um aviso feito no âmbito da reentrée política do LIVRE, que decorre este fim de semana no Porto. Rui Tavares considera que André Ventura está nervoso porque, diz, a narrativa do assalto ao gabinete está mal contada. O dirigente do LIVRE sublinha que o Chega não tem o direito de arrastar nem o LIVRE, nem o PSD, também visado nas acusações de Ventura para esta política de lama.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›