Polícia desarticula grupo ligado ao tráfico e bloqueia R$ 300 milhões
A Polícia Civil da Bahia deflagrou nesta terça-feira, 22, a Operação Quatro Torres que investiga um grupo criminoso ligado ao tráfico de drogas e a homicídios com atuação em diferentes áreas de Ilhéus, região do litoral sul do estado.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de R$ 300 milhões das contas criminosas.Foram cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão em outras oito cidades baianas e quatro estados e contou com a mobilização de mais de 200 policiais na Bahia.Entre os locais onde as diligências são realizadas na Bahia estão Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Serrinha, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Salvador, Simões Filho e Vitória da Conquista.
Fora do estado, a operação acontece em São Paulo e Guarujá, em São Paulo; Maceió, em Alagoas; Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe; e Rio de Janeiro.Por que 'Quatro Torres'?O nome da operação faz referência às quatro lideranças identificadas nas investigações, chamadas de “Torres”.
De acordo com a Polícia Civil, elas exerciam influência sobre diferentes regiões de Ilhéus e mantinham contato para definir ações relacionadas ao grupo, como a venda de drogas, a compra de armas e a prática de homicídios.Entre os alvos estão pessoas que já cumprem pena em unidades prisionais e que agora também são alvo de novos mandados de prisão. Dois policiais militares também são investigados por suposta participação no esquema e por, segundo as apurações, receberem vantagens indevidas para facilitar asNa Bahia, as diligências ocorrem nos municípios de Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Serrinha, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Salvador, Simões Filho e Vitória da Conquista.
A operação também é realizada em São Paulo e Guarujá, em São Paulo; Maceió, em Alagoas; Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe; e Rio de Janeiro.Por que 'Quatro Torres'?As investigações identificaram uma estrutura criminosa formada por quatro lideranças, denominadas “Torres”, que exerciam influência sobre diferentes áreas de Ilhéus.
Segundo as apurações, os integrantes mantinham comunicação entre si para tomar decisões relacionadas à atuação do grupo, incluindo a comercialização de entorpecentes, a aquisição de armas e a prática de homicídios.Parte dos investigados já se encontra custodiada em unidades prisionais e também é alvo de novos mandados de prisão.
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