quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Após fugir do Brasil, Flávio Bolsonaro chega aos EUA com família e desembarca em Miami› Oposição argentina exige investigação sobre ajuda de Milei em fuga de Flávio Bolsonaro› Presidente cubano destaca apoio majoritário na ONU ao fim do bloqueio dos EUA› Eleições em Israel: partido de Netanyahu mantém liderança; apuração continua› Argentina confirma fuga de Flávio Bolsonaro pelo país› Após vitória nas urnas, Lula retoma agendas internacionais a partir de novembro› Netanyahu alega que bloco de direita conquistará ‘maioria decisiva’; bocas de urnas não apontam vencedor absoluto› Imprensa internacional diz que Flávio replica padrão de reacionários que ‘recorrem aos EUA para fugir de crimes’› Lula afirma que Flávio foi ‘lamber botas dos EUA’ e classifica fuga como ‘vergonhosa’› Pesquisadores pedem que mudanças climáticas sejam declaradas 'emergência sanitária global'› Após fugir do Brasil, Flávio Bolsonaro chega aos EUA com família e desembarca em Miami› Oposição argentina exige investigação sobre ajuda de Milei em fuga de Flávio Bolsonaro› Presidente cubano destaca apoio majoritário na ONU ao fim do bloqueio dos EUA› Eleições em Israel: partido de Netanyahu mantém liderança; apuração continua› Argentina confirma fuga de Flávio Bolsonaro pelo país› Após vitória nas urnas, Lula retoma agendas internacionais a partir de novembro› Netanyahu alega que bloco de direita conquistará ‘maioria decisiva’; bocas de urnas não apontam vencedor absoluto› Imprensa internacional diz que Flávio replica padrão de reacionários que ‘recorrem aos EUA para fugir de crimes’› Lula afirma que Flávio foi ‘lamber botas dos EUA’ e classifica fuga como ‘vergonhosa’› Pesquisadores pedem que mudanças climáticas sejam declaradas 'emergência sanitária global'
Últimas

Mona Lisa desaparece de livros escolares e mudanças reacendem debate sobre islamização da Síria

UOL Notícias ·
Mona Lisa desaparece de livros escolares e mudanças reacendem debate sobre islamização da Síria

A retirada da Mona Lisa de um livro escolar, o desaparecimento de esculturas femininas de civilizações antigas e a alteração de imagens para mostrar meninas e mulheres com véu provocaram um intenso debate na Síria sobre o futuro do sistema educacional do país.

As mudanças foram introduzidas pelas novas autoridades islamistas que assumiram o poder no fim de 2024, após a queda do presidente Bashar al-Assad , e vêm sendo criticadas por educadores, ativistas e defensores dos direitos humanos, que veem nos novos manuais uma tentativa de redefinir a identidade nacional síria sob uma perspectiva religiosa mais conservadora.

As alterações atingem obras de arte, imagens e conteúdos históricos. A polêmica ganhou força na semana passada, quando o jornalista sírio Mohammad Salloum publicou nas redes sociais um levantamento baseado em estudo da organização Impact-se , divulgado em outubro.

O relatório apontou uma série de alterações em novas edições dos livros oficiais de história, educação islâmica e ciências sociais. A AFP verificou diversas das modificações citadas consultando versões digitais dos manuais disponíveis em plataformas oficiais.

Entre as mudanças mais comentadas está a retirada da Mona Lisa , obra-prima de Leonardo da Vinci, do livro de história do quinto ano. Também desapareceram de um manual destinado ao equivalente ao segundo ano do ensino fundamental esculturas emblemáticas de antigas civilizações sírias, incluindo peças que retratavam figuras femininas.

As mudanças também atingiram ilustrações e fotografias presentes nos conteúdos pedagógicos. Em um livro de educação islâmica destinado ao quarto ano do ensino fundamental, uma fotografia que mostrava homens e mulheres reunidos foi substituída por duas imagens separadas: uma apenas com homens e outra apenas com mulheres utilizando niqab, o véu que cobre praticamente todo o rosto.

Imagens compartilhadas por internautas sírios mostram ainda que duas meninas retratadas diante de um computador passaram a aparecer usando véu nas versões atualizadas do material.

Em outro caso citado, uma escultura de um escriba foi modificada digitalmente e passou a aparecer vestida com uma camisa. Fotografias de dança também foram retiradas de um livro utilizado por alunos do sexto ano.

O Ministério da Educação da Síria confirmou as alterações. Em comunicado divulgado na segunda-feira (26), a pasta afirmou que os manuais foram modificados para eliminar símbolos do antigo regime e conteúdos ideológicos associados ao governo deposto de Bashar al-Assad .

Segundo o ministério, o objetivo também seria corrigir imagens e conteúdos vinculados ao período anterior. As autoridades não comentaram especificamente as críticas relacionadas à retirada de obras de arte, à representação das mulheres ou às demais modificações identificadas nos livros.

As reformas não começaram agora.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›