Patrões prometeram churrasco e fizeram ameaças para influenciar voto de funcionários nas eleições, mas a pressão virou caso de Justiça e o TST aplicou punição por assédio eleitoral
Casos julgados pelo tribunal ajudam a entender os limites da relação entre empregador e funcionário durante períodos eleitorais
Duas situações envolvendo empresas e as eleições de 2022 chegaram ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) . Em ambos os casos, trabalhadores foram pressionados a apoiar determinados candidatos durante o período eleitoral.
As decisões envolveram uma madeireira de Laranjeiras do Sul (PR) e dois frigoríficos de Betim (MG). O TST entendeu que as condutas ultrapassaram os limites da relação de trabalho e caracterizaram assédio eleitoral.
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