Golden Visa: residência no exterior como estratégia patrimonial
Foto: Magnific *Artigo escrito por Erika Carvalho Almeida, Private Banker na Apex Partners e Membro do Comitê Qualificado de Conteúdo de Economia e Finanças do Ibef-ES.
Quando um empresário brasileiro pede informações sobre o Golden Visa português, a primeira reação de quem ouve costuma ser a mesma: “está pensando em ir embora?”.
Raramente é isso.
O Golden Visa conhecido como programa de residência por investimento oferecido por países como Portugal, Itália, Grécia e Emirados Árabes, entrou de vez no vocabulário do planejamento patrimonial brasileiro.
Não como rota de saída, mas como instrumento de diversificação de cidadania, acesso a mercados e proteção jurídica de longo prazo.
Os brasileiros figuram entre os três principais grupos de requerentes do programa português, que captou mais de 7 bilhões de euros entre 2012 e 2023.
A rota mais procurada atualmente são os fundos de investimento qualificados com aporte mínimo de 500 mil euros.
Para famílias com patrimônio relevante, o valor de entrada é compatível com uma alocação internacional que já faria sentido por outros motivos.
A residência europeia abre direitos que vão além de morar em Lisboa.
O titular e os dependentes passam a ter livre circulação pelos 27 países do espaço Schengen e, após cinco anos, podem solicitar a cidadania portuguesa, e também europeia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.