Mais leitos, exames e redução de filas: o desafio da saúde de alta complexidade no ES
Obras do Hospital Geral de Cariacica.
Foto: Thiago Soares/Folha Vitória A comerciante Alessandra de Araújo José convive com diabetes tipo 1 e está há cerca de um ano e meio tentando conseguir acompanhamento com um endocrinologista pelo Sistema Único de Saúde (SUS) .
Ela afirma que, sem conseguir retornar ao especialista para reavaliar o tratamento, passou a ajustar por conta própria a dose de insulina conforme os níveis de glicemia que mede diariamente.
O endocrinologista passa uma dosagem para um determinado período, mas depois a necessidade muda.
Só que eu não consigo retornar ao especialista.
Na unidade básica de saúde, consigo renovar a receita, mas não tenho uma nova avaliação para saber se aquela dosagem continua adequada.
Alessandra de Araújo José, comerciante Na terceira reportagem da série especial que aprofunda cinco temas apontados pelos leitores como prioritários para o próximo governo do Estado , histórias como a de Alessandra representam um desafio enfrentado diariamente por milhares de usuários do SUS.
Embora o Espírito Santo tenha ampliado significativamente a oferta de consultas especializadas, exames, cirurgias e leitos hospitalares nos últimos anos, ainda existem filas para procedimentos de média e alta complexidade.
O tamanho dessas filas depende da especialidade, da região onde o paciente mora e da gravidade do caso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.