Gigante norueguesa toca megaobra de US$ 9 bilhões a 200 km da costa brasileira com gasoduto submarino de 200 km e plataforma capaz de atender 15% da demanda nacional de gás
A operação trabalhará em águas que chegam a aproximadamente 2.900 metros de profundidade
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A quase 200 km da costa brasileira , uma das maiores obras de gás natural em andamento no país já colocou tubos no fundo do oceano e começou a entregar seus primeiros poços. O Projeto Raia , operado pela norueguesa Equinor , envolve cerca de US$ 9 bilhões e foi desenhado para levar gás do pré-sal diretamente à rede nacional.
O projeto já saiu da preparação e entrou em uma fase pesada de execução submarina. Em 2026, a Equinor concluiu 186 km do trecho ultraprofundos do gasoduto e entregou o primeiro poço produtor, o PDA-P14 .
A Equinor também informou a chegada da balsa Saturn a Macaé para executar a ligação por perfuração horizontal entre o trecho marítimo e a parte terrestre.
Raia reúne poços submarinos, linhas de produção, um FPSO , navio-plataforma que processa e armazena fluidos, e um gasoduto que leva o gás já tratado até Cabiúnas, em Macaé. A lâmina d’água chega a aproximadamente 2.900 metros .
O gás sobe dos poços até o FPSO e será tratado ainda em alto-mar para atingir a especificação comercial. Depois, seguirá pelo gasoduto submarino até Cabiúnas , onde entra no sistema nacional de transporte.
Os marcos deste ano aproximam Raia da fase de integração. O primeiro poço foi concluído e a maior parte ultraprofunda do gasoduto já foi instalada, mas o projeto completo ainda depende das conexões finais, do FPSO e dos demais poços.
A página atual do Projeto Raia mantém o início da produção previsto para 2028 :
Raia foi projetado para exportar até 16 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia . A Equinor estima que esse volume poderá representar cerca de 15% da demanda brasileira quando o projeto entrar em operação.
O investimento de US$ 9 bilhões é feito pela Equinor junto com Repsol Sinopec Brasil e Petrobras . A norueguesa opera o projeto com participação de 35%.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.