Câmara de Varginha absolve vereador acusado de violência doméstica e ato libidinoso em gabinete
Câmara de Varginha vota pedido de cassação de vereador Bruno Coletor, do PSDB O vereador Bruno Leandro de Souza, conhecido como Bruno Coletor (PSDB), foi absolvido por unanimidade pela Câmara Municipal de Varginha nesta quinta-feira (13).
Os 15 vereadores presentes aprovaram o relatório da Comissão Processante, que concluiu pela improcedência das denúncias de quebra de decoro parlamentar contra o vereador. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A sessão extraordinária começou por volta das 9h30 e durou cerca de duas horas e meia.
O relatório final da Comissão Processante foi lido durante a sessão e apontou que as provas reunidas durante a apuração não foram consideradas suficientes para comprovar as denúncias.
Com a aprovação do relatório, o processo político-administrativo foi arquivado e o mandato de Bruno Leandro foi mantido.
A Comissão Processante apurou duas denúncias contra o vereador.
A primeira teve origem em um boletim de ocorrência registrado por uma mulher de 34 anos, que relatou ter sido vítima de ameaças, pressão psicológica e outras condutas que classificou como abusivas.
Segundo as informações apresentadas durante o processo, ela também obteve uma medida protetiva.
Câmara de Varginha vota pedido de cassação de vereador Bruno Coletor, do PSDB Reprodução EPTV Durante a tramitação do processo, a Comissão também apurou uma segunda denúncia, relacionada ao suposto uso das dependências da Câmara Municipal, incluindo o gabinete do vereador, para a prática de atos libidinosos com outras mulheres.
Para apurar as denúncias, foram analisados documentos e registros, além de áudios, vídeos e registros de entrada na Câmara.
Pessoas também foram ouvidas durante a investigação.
Apesar das provas reunidas, o relatório da Comissão Processante concluiu que não havia elementos considerados robustos o suficiente para comprovar as condutas denunciadas e recomendou a improcedência das acusações.
Votação Após a leitura do relatório, a defesa de Bruno Leandro se manifestou.
Em seguida, o próprio vereador utilizou a tribuna para apresentar sua defesa e reafirmar a própria inocência.
A votação foi nominal, com cada vereador sendo chamado individualmente para declarar o voto.
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