Messias vê tentativa da PF de desgastá-lo e de poupar PGR em meio à crise
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias , reagiu, nos bastidores, às críticas que tem sofrido da cúpula da Polícia Federal (PF) por não ter tomado medidas contra decisões do ministro do STF André Mendonça que influenciaram o trabalho da corporação.
Segundo aliados, Messias considera que a AGU estaria sendo alvo de “assédio” .
Ele também questiona, de acordo com interlocutores, por que a PF não cobra a Procuradoria-Geral da República ( PGR ), que tem competência para atuar no controle externo da corporação.
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1 de 3 Ministro da AGU, Jorge Messias VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES 2 de 3 Jorge Messias teve nome aprovado em sabatina na CCJ do Senado nesta quarta-feira (29/4) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES 3 de 3 Ministro da AGU, Jorge Messias VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES “Por que não pediram à PGR para atuar? Afinal, quem faz o controle externo da PF é a PGR, e não a AGU”, afirmou à coluna um membro da cúpula da AGU.
Interlocutores de Messias avaliam que há uma estratégia deliberada para desgastar o ministro e poupar o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
O procurador foi dragado para o Caso Master, após aparecer em mensagens do celular do banqueiro Daniel Vorcaro .
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