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Waack: Trump mantém Flávio em segundo plano e mira Brasília

CNN Brasil ·
Waack: Trump mantém Flávio em segundo plano e mira Brasília

Julgando-se pelos padrões de Donald Trump, o presidente americano está sendo discreto em relação as eleições brasileiras.

Até aqui está críticando o resultado e a forma das eleições, mas não chegou ao ponto de dizer que não reconhece ou que não as considera válidas.

Ele mandou um assessor arrumar um avião na Argentina para ajudar Flávio a sair de lá e chegar aos Estados Unidos.

Onde o aguardava um tratamento especial e um visto provisório de permanência.

É pouco para que o clã Bolsonaro esperava, mas é significativo para as relações entre Brasil e Estados Unidos.

Leia Mais: Análise: Democratas acusam Trump de "política seletiva" após receber Flávio Governo Trump deve acelerar processo de green card de Flávio, diz NYT Lula não vai procurar, mas aceitará falar com Trump Sugere que a Casa Branca encara essas relações de uma perspectiva estratégica que não necessariamente passa por “regime change”.

No caso, obviamente, “change” do regime brasileiro.

Na doutrina de segurança nacional da Casa Branca, esta parte do mundo é quintal deles.

O problema é o tamanho que a China tem nesse declarado quintal americano.

Mas também o papel relevante do Brasil em três setores de importância central na geopolítica das commodities: combustíveis fósseis, minerais raros e commodities agrícolas.

Washington quer Brasília longe de Pequim, coisa que não parece fácil de se conseguir.

Quer recursos naturais do Brasil.

Mas também alinhamento numa ação conjunta de combate ao narcotráfico ou narcoterrorismo – cada um chama como quer – que é para os americanos uma questão de segurança nacional.

Não vai ser fácil conseguir adesão do Brasil, que se dispõe a cooperar mas não a ser parte da instituição criada para esse fim.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.

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