Grupos de situação se posicionam contra reforma do Estatuto do São Paulo; votação será nesta quarta
Organizadas do São Paulo cobram diretoria por salários atrasados O Conselho Deliberativo do São Paulo vota na noite desta quarta-feira as reformas no Estatuto do clube.
Os grupos políticos de situação, que apoiam o atual presidente Harry Massis, se posicionaram contra as mudanças. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp Em nota, os cinco grupos afirmam entenderem que as mudanças não devem ser realizadas durante a atual gestão, salientando que “alterações dessa relevância não podem ser apresentadas e submetidas à votação sem prazo adequado”.
A votação ocorreria na segunda-feira da semana anterior, mas foi adiada por esse motivo.
O grupo é formado por Participação Tricolor, Legião Tricolor, Sempre Tricolor, Vanguarda Tricolor e Somos São Paulo.
Ainda em nota, a aliança afirma não estar “rejeitando um reforma”, mas sugere que a discussão ocorra na próxima gestão.
Salão nobre do São Paulo no Morumbis Bruno Giufrida No total, são 54 propostas de alterações no atual Estatuto, que serão divididas em 11 blocos.
Um 12º bloco é destinado à votação sobre uma “disposição transitória” que prevê a realização de um estudo de viabilidade para SAF.
Segundo Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo, a ideia é deixar mais clara a votação por bloco e dar liberdade para o conselheiro aprovar somente as propostas que concordar sem descartar as demais.. – Cada conselheiro poderá se manifestar sobre os diferentes eixos da reforma.
A organização temática procura tornar a votação mais clara e evitar que a aprovação isolada de determinados dispositivos produza contradições ou deixe incompletos mecanismos concebidos para funcionar de maneira integrada.
Confira a lista dos 12 blocos que serão votados Integridade, Ouvidoria e Compliance; Governança institucional e separação de funções; Planejamento, orçamento, execução e responsabilização; Contratos e continuidade administrativa; Segurança jurídica e quórum estatutário; Transparência financeira e acompanhamento da gestão; Conselho Fiscal; Responsabilidade de dirigentes e conselheiros; Conselho de Administração; Receitas digitais e exploração da marca; Transparência e prestação de contas; Estudo de viabilidade para sociedade empresária Mais do São Paulo: + Entenda por que André Silva, mesmo sem espaço, rejeita propostas para sair do São Paulo Detalhes sobre as possíveis mudanças A reforma estatutária sugerida pela comissão implica diretamente numa separação de poderes, numa tentativa de profissionalizar a gestão e levar mais transparência ao clube.
As principais sugestões de mudança estão ligadas ao Conselho de Administração, que passaria a ser composto por nove membros, sendo três conselheiros, um membro do Conselho Consultivo e cinco membros independentes.
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