Priscilla celebra fase independente em novo disco de R&B, que também fala de fé: “É um respiro para mim”
Depois de encerrar seu ciclo com a gravadora Sony Music, Priscilla (ex-Alcantara) estreou na última semana o disco “ECO”, primeiro 100% independente de sua carreira.
Em entrevista ao Papelpop , a cantora falou sobre a liberdade que encontrou longe da estrutura de uma major e a pressão por números dentro da indústria.
A ex-Bom Dia & Cia também abriu o jogo sobre a relação com a fé e reagiu às interpretações que ainda relacionam suas músicas a uma suposta vontade de “voltar para a igreja”: “Como se minha fé tivesse ido para algum lugar”, ironizou.
O novo momento, segundo a própria, também aparece diretamente nas músicas.
O projeto transita entre referências do pop contemporâneo, elementos eletrônicos e momentos exuberantes e chiques com R&B.
“Eu não quis me limitar a um som específico.
O disco é muito sobre isso: sobre ecos de quem eu fui, de quem eu sou e de tudo que eu ainda posso ser” Leia íntegra do bate-papo: Papelpop: Esse é seu primeiro álbum 100% independente.
O que mudou para você na hora de fazer esse trabalho? Não existe mais aquele sentimento de “preciso cumprir o que estão me pedindo”? Priscilla: É, e também aquela coisa: “Preciso fazer algo que renda, que seja rentável”.
Existe sempre uma pressão, porque é como funciona o jogo da indústria.
Não é nenhuma crítica, é só uma explicação de como funciona.
É um produto, sua música é um produto, e você tem que ser rentável.
Mas dói o coração do artista pautar a sua criação, a sua criatividade, a partir desse princípio.
E, nesse lugar independente, apesar de todos os desafios que tem, existe essa liberdade.
A liberdade de você fazer e ser criativo sem outras obrigações a não ser a sua excelência, ser fiel à sua verdade e ao que é excelente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.papelpop.com — o conteúdo pertence a PapelPop.