iPhone com os dias contados? Como a Starlink de Elon Musk pode acabar com o império da Apple
Uma perda potencial de US$ 6 bilhões em receita e a fuga de 5 milhões de compradores de iPhone .
Esse é o tamanho da ameaça que a expansão de Elon Musk sobre as operadoras de telefonia norte-americanas representa para a Apple .
As estimativas são do Bank of America, para quem a movimentação da Starlink põe em xeque a engrenagem de subsídios que sustenta a hegemonia da fabricante de smartphones no mercado premium.
Segundo o analista Wamsi Mohan, a receita e o lucro da Apple podem ter uma cara completamente diferente dentro de alguns anos se a Starlink, braço de internet via satélite da SpaceX de Elon Musk, se consolidar como uma grande força no setor de telecomunicações.
O xadrez de Elon Musk O ponto de partida para essa transformação ocorreu no final da semana passada, quando a empresa de foguetes de Elon Musk anunciou a aquisição de um portfólio nacional de espectro de baixa frequência nos Estados Unidos.
Com esse movimento, a Starlink se posiciona para desafiar diretamente os gigantes tradicionais da telefonia sem fio nos EUA como AT&T , Verizon e T-Mobile .
E é justamente dessa disputa que surge uma ameaça direta à hegemonia do iPhone.
Três golpes no coração da Apple Na avaliação do BofA, a entrada da Starlink no setor de telefonia sem fio atinge a Apple em três frentes estratégicas.
A primeira delas é o risco ao modelo de subsídios das operadoras, já que o incentivo financeiro das telecoms é hoje um dos principais pilares de vendas da empresa.
O segundo é o potencial para um dispositivo concorrente, com a possibilidade de um smartphone rival que roube fatia de mercado da Apple.
E, por fim, a integração entre os ecossistemas da Tesla e da SpaceX, somada aos recursos do modelo de inteligência artificial Grok , cria uma concorrência de ponta a ponta para a fabricante de iPhone.
QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Até US$ 6 bilhões em jogo para a Apple A engrenagem que mantém o iPhone no topo depende fortemente das operadoras tradicionais.
O BofA estima que cerca de 53 milhões de iPhones por ano são vendidos por meio das big 3 — AT&T, Verizon e T-Mobile —, amparados por um crédito promocional médio de US$ 800 por unidade.
Se os assinantes migrarem para o serviço da Starlink, perderão esse subsídio.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.