Corregedoria prende policial suspeito de sequestrar homem e colocá-lo em porta-malas de falsa viatura em SP
Polícia investiga grupo que simulou ação policial na zona leste A Corregedoria da Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (22) o policial civil Milton Massaru Nakayama, suspeito de integrar o grupo que agrediu e sequestrou um homem na Zona Leste de São Paulo e o colocou no porta-malas de um carro que imitava uma viatura policial.
A operação da Corregedoria segue em andamento, com cerca de dez mandados de busca e apreensão cumpridos em cinco cidades.
Na casa de Milton Massaru Nakayama, os policiais apreenderam um Corsa vermelho particular equipado com luzes e sirenes semelhantes às de uma viatura descaracterizada.
Os investigadores ainda não sabem se o veículo foi usado na noite do sequestro, na Zona Leste, mas decidiram apreendê-lo por considerarem que ele pode ter relação com os fatos investigados.
Além de Nakayama, a Justiça decretou as prisões de Gustavo Schultz, irmão do investigador Rafael Juergen Schult, e de um homem apontado como informante da polícia.
Os dois ainda não foram localizados.
Até o momento, Nakayama é o único preso na operação.
A Justiça decretou a prisão de Rafael, mas ele também não foi localizado.
O rapaz que foi agredido e colocado no porta-malas do veículo continua desaparecido.
Rafael já havia sido identificado por câmeras de segurança como um dos envolvidos na ação.
Após a decretação da prisão, equipes da Corregedoria cumpriram mandado de busca e apreensão na casa dele, mas o policial não estava no endereço.
O policial Rafael Juergen Schult, identificado por câmeras de segurança agredindo e depois sequestrando um homem na Zona Leste de São Paulo, em uma falsa viatura.
Montagem/g1/Reprodução Durante as diligências, os investigadores localizaram o carro preto usado pelo grupo.
Na casa dos pais de Rafael, também foram encontradas cédulas falsas e dinheiro em espécie que, segundo a investigação, possivelmente seriam usados para a compra de drogas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.