Trabalho infantil registra o menor nível em uma década
Trabalho infantil recua 9,2% em 2025 em relação a 2024 O trabalho infantil atingiu o menor nível em dez anos.
Mesmo assim, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes ainda trabalham no Brasil.
Trinta e dois anos.
Gerente de uma seguradora.
Hugo Almeida de Oliveira começou a trabalhar cedo, aos 14 anos, movido pela dificuldade.
“Dando aula duas vezes na semana como professor auxiliar de judô e, aos fins de semana, quando surgia, trabalhava como garçom”, conta. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Naquela época, o trabalho infantil era uma realidade pior do que é hoje.
Em 2025, o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que trabalhavam teve uma queda de 9% em relação ao ano anterior e atingiu o menor patamar desde 2016.
Trabalho infantil registra o menor nível em uma década Jornal Nacional/ Reprodução Mesmo assim, a situação ainda é preocupante.
Quase 1,5 milhão de meninos e meninas ainda estão sujeitos a uma condição incompatível com a infância.
À medida que a idade avança, o problema se agrava.
Entre os adolescentes de 16 e 17 anos, a proporção de trabalhadores infantis é maior.
Nessa idade, seja para ajudar no orçamento da casa, ou para buscar a própria independência, esses jovens encontram possibilidade de renda no mercado informal.
Quando ainda era adolescente, o que mudou o destino do Hugo foi se tornar um jovem aprendiz.
Mesmo caminho que a Giovanna Marques percorre agora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.