5 curiosidades sobre a Assembleia Legislativa do Espírito Santo que talvez você não saiba
Assembleia Legislativa do Espírito Santo.
Foto: Thiago Soares/Folha Vitória A Assembleia Legislativa do Espírito Santo ( Ales ) tem quase dois séculos de história.
Criada ainda no período imperial, a instituição passou por diferentes momentos e teve entre seus integrantes personagens que marcaram a história política e social do Estado.
Além das votações de projetos e das discussões no plenário, a trajetória do Legislativo capixaba reúne episódios e regras que ajudam a entender como a Casa funciona.
Confira cinco curiosidades sobre a Ales.
1.
Padre presidiu a Assembleia e atuou na defesa de escravizados A Assembleia Provincial do Espírito Santo foi instalada em 1835, durante o período imperial.
João Clímaco de Alvarenga Rangel , padre-mestre e advogado, foi o primeiro presidente da primeira sessão da Assembleia Provincial.
A atuação de João Clímaco também ultrapassou o Legislativo.
Em 1849, ele atuou como advogado na defesa de 38 pessoas escravizadas acusadas de participação na Insurreição de Queimado , movimento de resistência ocorrido na então freguesia de Queimado, na Serra.
Segundo registros históricos reunidos pela própria Ales, seis dos acusados foram absolvidos ao final do processo.
A Insurreição de Queimado ocorreu em março de 1849, quando pessoas escravizadas se rebelaram durante a construção da Igreja de São José, em Queimado.
O movimento foi reprimido pelas forças do governo.
2.
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