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Novas imagens de satélite mostram extensão do colapso de geleira no Nepal; veja

G1 Mundo ·
Novas imagens de satélite mostram extensão do colapso de geleira no Nepal; veja

Imagens de 24 e 26 de agosto mostram a área antes e depois do colapso da geleira no Nepal.

Initial plugin text Novas imagens de satélite cedidas ao g1 ajudam a dimensionar o colapso de uma geleira no Himalaia que desencadeou a inundação repentina no Nepal nesta última quarta-feira (26).

Os registros comparam a mesma área em dois momentos (veja ACIMA).

Nas imagens, o círculo vermelho destaca a área da encosta onde ocorreu o colapso, enquanto a marcação em azul indica o trecho onde os detritos se acumularam após a queda.

O primeiro registro foi feito em 24 de agosto pelo Sentinel-2, um conjunto de satélites do programa europeu Copernicus usado para observar a superfície da Terra. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O segundo, de 26 de agosto, foi captado pelo Landsat 9, um satélite de observação terrestre operado em parceria pela Nasa e pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), já depois do desastre.

Na comparação, a encosta aparece bastante alterada.

Uma extensa faixa antes coberta por gelo e rocha aparece, dois dias depois, profundamente alterada, com uma grande área exposta na encosta e detritos acumulados mais abaixo. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A análise foi feita pelo cientista Robert Rohde, pesquisador da Berkeley Earth, organização independente de pesquisa científica dos Estados Unidos que trabalha com dados sobre clima e temperatura global.

A partir das imagens de satélite, ele estimou que a área da encosta que teria cedido no colapso ocupava cerca de 1 km².

Veja como ocorreu o degelo que gerou avalanche de lama no Nepal Rohde ressalta, porém, que esse número ainda é aproximado, porque é difícil distinguir com precisão, apenas pelos registros feitos do espaço, o que corresponde à parte da montanha que efetivamente desabou e o que são detritos espalhados depois da queda.

“Minha estimativa se baseia em uma ferramenta para medir o tamanho da aparente cicatriz do deslizamento na montanha.

Mas isso depende de decidir visualmente o que faz parte do próprio deslizamento e o que são detritos deixados por ele”, afirmou ao g1.

Segundo Rohde, a margem de incerteza é ampla.

Por isso, a área que cedeu pode ter entre 0,5 km² e 2 km², embora ele considere 1 km² a estimativa mais provável.

Ele ressalta que uma avaliação feita diretamente no local permitiria delimitar melhor a área atingida.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.

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