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Presidente da Câmara de Guarapuava é alvo de investigação por supostamente receber R$ 100 mil em propina

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Presidente da Câmara de Guarapuava é alvo de investigação por supostamente receber R$ 100 mil em propina

O presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, vereador Pedro Moraes (MDB), foi alvo de uma operação do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa ( Gepatria) do Ministério Público do Paraná (MP-PR), nesta quarta-feira (26), que investiga propina relacionada à regularização de uma obra no município.

Pedro Moraes, presidente da Câmara de Guarapuava, teria dividido R$ 100 mil em propina com outros dois servidores.

Foto: Reprodução/Instagram; Ministério Público do Paraná Ao todo, foram 20 mandados de busca e apreensão na Operação Fórmula Mágica, com autorização da 2ª Vara Criminal da Comarca.

As investigações exploram o presidente da Câmara, outro servidor da Câmara Municipal de Guarapuava, um servidor do município, três sócios de uma farmácia da cidade e a própria empresa responsável pela construção.

Investigação aponta pagamento de R$ 100 mil em propina a presidente da Câmara de Guarapuava, secretário e outro servidor Segundo o MP-PR, empresários teriam iniciado a construção de um edifício em 2019 sem apresentar previamente o projeto para aprovação e sem solicitar licença para construir.

Diante disso, a obra foi embargada pelo setor responsável da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo.

Na ocasião, os técnicos teriam informado que buscariam o embargo judicial diante de irregularidades consideradas insanáveis.

Em agosto de 2023, no entanto, um dos empresários teria procurado o presidente da Câmara para pedir ajuda na regularização e, dias depois, ocorreu o pagamento de aproximadamente R$ 100 mil em propina para que os servidores intermediassem a regularização da obra.

O MP-PR também identificou depósitos em espécie nas contas do presidente da Câmara, do então secretário municipal de Habitação e Urbanismo, Danilo Dominico (PP), e de um servidor que atuava no setor tributário.

A promotora responsável pelo caso no Ministério Público do Paraná, Leandra Flores relembra a ordem dos fatos: “Identificou-se que o empresário registrou em fotografia o momento em que ele reúne o dinheiro para a entrega dos valores da propina e, dias depois desse registro fotográfico da entrega, os alvos de busca e apreensão envolvidos no procedimento de regularização fazem depósitos em dinheiro nas suas contas.” Explica.

Slide anterior Próximo slide 1 /4 Foto: Ministério Público do Paraná 2 /4 Foto: Ministério Público do Paraná 3 /4 Foto: Ministério Público do Paraná 4 /4 Foto: Ministério Público do Paraná Obra teria sido regularizada após pressão As investigações apontam que, após o suposto pagamento , o presidente da Câmara teria atuado junto ao então secretário municipal de Habitação e Urbanismo para viabilizar a regularização.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.

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