terça-feira, 13 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› Microsoft anuncia novo chip Maia 300 para acelerar respostas de IA› Character.AI define prazo até dezembro para fechar venda ou fechar app› Meta lança modelos de IA Muse Wonder em desafio a Anthropic e OpenAI› Estimulação cerebral aliada à educação nutricional reduz desejo por comida em mulheres com obesidade› FAPESP assina carta de intenções com ministério da Baviera para ampliar cooperação científica› Saúde precária e pobreza formam ciclo que perpetua desigualdades em favelas› Sucesso da IA na indústria depende da união entre tecnologia e chão de fábrica› ICMC-USP tem vaga de pós-doutorado em engenharia de software e IA› Bioinformática na selva da inteligência artificial› Ciência no Cinema: Twister› Microsoft anuncia novo chip Maia 300 para acelerar respostas de IA› Character.AI define prazo até dezembro para fechar venda ou fechar app› Meta lança modelos de IA Muse Wonder em desafio a Anthropic e OpenAI
Economia

O que disse a área técnica do TSE sobre canal ‘Exército do Lula’

InfoMoney ·
O que disse a área técnica do TSE sobre canal ‘Exército do Lula’

A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não ter identificado, no canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, o compartilhamento de informações que foram classificadas pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) como fake news.

A análise foi feita a pedido de Nunes Marques, que no domingo mandou que o grupo fosse excluído.

A decisão, porém, foi revertida depois, por decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.

Na Corte, o documento da assessoria técnica foi tratado por alguns ministros como um indicativo de que não havia provas para suspender o canal, como foi determinado por Nunes Marques.

A área técnica do tribunal analisou postagens compartilhadas desde 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam “afirmações” de que Flávio Bolsonaro “pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família”.

Leia também EBC nega participação em falha de áudio na propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro Segundo o TSE, o problema ocorreu no “pool” de mídias TSE manda Flávio, Carlos e Marçal removerem vídeo falso sobre drogas em ato do PT O PT recorreu à Corte eleitoral pedindo a retirada do vídeo já que esse material tinha sido publicado nas redes sociais A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas.

“Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos.

A verificação abrangeu os textos das mensagens, as pré-visualizações de links, inclusive as miniaturas e os títulos dos vídeos vinculados, assim como os áudios transcritos”, registra o parecer do órgão.

Ao mandar suspender o canal, Nunes Marques passou por cima de uma decisão inicial de Cueva, que havia pedido mais informações antes de deliberar sobre o assunto.

Cueva havia determinado que a campanha de Flávio apresentasse provas sobre as alegações de que o canal “Exército de Lula” era usado para espalhar fake news.

Ao restabelecer seu funcionamento, alegou que haveria “restrição à liberdade de expressão”.

A assessoria técnica do TSE comparou os conteúdos disseminados no canal com aqueles citados na decisão em que Nunes Marques chegou a suspender o canal.

Neste despacho, o ministro mencionou a decisões da Corte sobre o caso Nossa Senhora e sobre publicações que chamavam Flávio de “bandido” e teria envolvimento com milícia.

Ler a notícia completa no InfoMoney ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

Este assunto em outros veículos

Mais de InfoMoney

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›