Mini-índice (WINZ26): reta final eleitoral mantém volatilidade elevada
Os contratos de mini-índice (WINZ26) , com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão (20/10) em forte alta de 2,06%, aos 213.260 pontos .
Os contratos de mini-índice deverão refletir a alta de 1,57% do Ibovespa, aos 208.295,98 pontos , sustentada pelo trade eleitoral e pelo recuo dos juros futuros.
Bancos, B3 e varejistas lideraram os ganhos, enquanto Vale pressionou o índice e Petrobras avançou apenas 0,36% .
No exterior, Wall Street terminou sem direção única, com o Nasdaq afetado pelas ações de inteligência artificial, enquanto o petróleo oscilou acima de US$ 100 e encerrou em queda.
Para os traders de mini-índice, o foco nesta quarta-feira estará no início da temporada de balanços, com os resultados da WEG ( WEGE3 ) antes das negociações, e na expectativa pela pesquisa Quaest após o pregão.
A reação de bancos, varejistas e B3 ao comportamento dos juros futuros será importante para medir o fôlego comprador, enquanto Vale, Petrobras, petróleo e Wall Street poderão determinar se o contrato volta a testar as máximas ou passa por realização.
Análise do gráfico de 15 minutos No gráfico de 15 minutos , observo que o WINZ26 encerrou a última sessão no campo positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
A forte valorização devolveu força aos compradores e mantém a possibilidade de continuidade do movimento, desde que o contrato consiga superar as barreiras mais próximas.
Para prolongar o fluxo de alta, o mini-índice precisará romper a região de 213.260/214.070 pontos .
Caso avance acima dessa faixa com volume comprador, poderá buscar 214.510/214.900 pontos .
O objetivo mais longo está localizado em 215.335/215.685 pontos .
Na direção contrária, acompanho o suporte em 212.335/211.750 pontos .
A perda dessa região poderá favorecer uma realização de lucros e ampliar a pressão vendedora em direção a 210.850/209.980 pontos .
Se a correção ganhar força, o alvo mais distante ficará em 208.170/207.237 pontos .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.